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Performance & Ads5 min de leitura

R$ 4,1 milhões em vendas com R$ 38 mil de mídia: a anatomia de um case de marketing com método

Como a OCA transformou a operação de marketing de um cliente de turismo em R$ 4,18 milhões em viagens vendidas em 12 meses, com R$ 38,4 mil de mídia paga e todos os números abertos.

Todo mês, milhares de empresas pagam por marketing sem conseguir responder a uma pergunta simples: quanto disso virou receita? Este artigo conta, do começo ao fim, como a OCA Comunica transformou a operação de marketing de um cliente de turismo (parceiro nosso há 7 anos) em R$ 4.184.016,60 em viagens vendidas nos últimos 12 meses. Sem citar o nome do cliente, por respeito à relação comercial, mas com todos os números abertos: porque autoridade se constrói com dado, não com adjetivo.

O ponto de partida: uma parceria longa e uma pergunta honesta

Parcerias de 7 anos não sobrevivem de entrega bonita. Sobrevivem de resultado que se prova, ano após ano. No meio de 2026, decidimos fazer um balanço completo dos últimos 12 meses de operação (junho de 2025 a junho de 2026) e responder com precisão: o que o marketing gerou de receita nesse período? A regra que definimos foi rígida: nenhuma estimativa redonda. Cada real contabilizado precisaria ter lead, roteiro e data de saída por trás. Cruzamos as listas de leads do CRM (RD Station) com os valores oficiais de cada roteiro vendido, na cotação de câmbio do dia do fechamento. O que não tivesse rastreabilidade, ficava fora da conta.

A operação: o que a OCA faz todos os meses

O método OCA se organiza em quatro etapas: Direção, Organização, Execução com Critério e Aprendizado e Ajuste. Na prática, para esse cliente, isso significa uma operação contínua com nove funções ativas: gestão financeira da conta, direção de conteúdo e processos, design de social media, edição de vídeo, tráfego e publicação, revisão, tecnologia, gestão de Meta Ads e gestão de Google Ads. Em números de produção, os 12 meses somaram 181 publicações no Instagram (120 reels, 54 carrosséis e 7 imagens), 16 campanhas no Meta Ads e 8 campanhas no Google Ads, além da nutrição constante da base de leads no CRM.

Os resultados: escala com investimento controlado

Os três números centrais do balanço: R$ 4.184.016,60 em viagens vendidas. Foram 124 leads que já existiam na base do cliente, foram nutridos por conteúdo, campanha e e-mail da operação, e converteram em 10 roteiros internacionais diferentes ao longo do período. R$ 38,4 mil investidos em mídia paga. É o total aplicado em Meta Ads e Google Ads nos mesmos 12 meses. O investimento em mídia representa menos de 1% do valor vendido pelo funil que a operação mantém. 2,4 milhões de visualizações orgânicas. Alcance construído com consistência editorial, mês a mês, somando Facebook e Instagram, com 72,4 mil interações e 8,1 mil novos seguidores. Uma leitura honesta: isso é análise de escala, não de ROI direto de mídia. Nem todo lead tem origem comprovada em anúncio, mas todos passam pela operação de conteúdo, campanhas e CRM que sustenta o funil. Considerando o investimento total do cliente na operação (agência mais mídia paga, R$ 144 mil no ano), cada R$ 1,00 investido esteve associado a R$ 29,06 em vendas.

O que quase ninguém mede: a conta ficando mais eficiente

O dado que mais nos orgulha não é o valor absoluto. É a curva de eficiência. O custo por lead no Meta Ads caiu de uma média anual de R$ 6,81 para a faixa de R$ 1,49 a R$ 2,50 nos últimos meses do período, com o mesmo orçamento. No Google Ads, o volume de impressões saiu de 501 em junho de 2025 para um pico de 25.697 em março de 2026. Isso é a etapa de Aprendizado e Ajuste funcionando na prática: o dado de cada mês decide o investimento do mês seguinte. Campanhas com melhor custo por resultado (como as de determinados destinos, que chegaram a R$ 1,13 por lead) recebem continuidade e orçamento; campanhas com desempenho abaixo do padrão são reestruturadas ou pausadas. Marketing tratado como investimento se comporta assim: a conta melhora com o tempo.

Os aprendizados que valem para qualquer negócio

Depois de 12 meses documentados, quatro conclusões se aplicam muito além do turismo:

  1. Resultado rastreável começa antes da execução. O balanço só foi possível porque a operação registra tudo desde o início: origem de lead, campanha, custo, conversão. Quem não define o que vai medir antes de publicar, não tem o que auditar depois.
  2. Métrica de negócio vem antes de métrica de vaidade. Alcance e seguidores importam como sustentação do funil, mas o número que vai para a mesa do dono do negócio é outro: leads convertidos e receita associada.
  3. Consistência composta vence campanha isolada. Nenhum mês desse período teve resultado extraordinário isolado. O que gerou os R$ 4,1 milhões foi a repetição disciplinada do método, com ajuste fino contínuo.
  4. Eficiência é o indicador antecedente do crescimento. Antes de escalar orçamento, a pergunta certa é: o custo por resultado está caindo? Se está, cada real adicional rende mais. Foi essa lógica que sustentou a projeção do próximo ciclo do cliente.

Marketing deixa de ser tentativa quando vira método

Esse case não nasceu de uma campanha genial nem de uma ferramenta nova. Nasceu de direção clara, organização, execução com critério e ajuste orientado por dado, repetidos por 12 meses, dentro de uma parceria construída ao longo de 7 anos. É isso que defendemos como CMO as a Service: marketing deixa de ser tentativa e passa a ser investimento consciente, com número que aguenta auditoria. Se a sua empresa investe em marketing e não consegue responder quanto disso virou receita, a conversa começa pelo método. Fale com a OCA Comunica.


Fontes dos dados: RD Station, Meta Business Suite, Meta Ads, Google Ads, cruzados com os valores oficiais dos roteiros do cliente (período: 01/06/2025 a 25/06/2026).