TENDÊNCIA

Diversidade: boas práticas para a sua empresa

Entenda como e por quais motivos você pode diversificar o seu time

Estamos no ano de 2019, faltando 4 meses para 2020. Hoje, assuntos sociais voltados para a inclusão de pessoas que, por muito tempo, ficaram marginalizadas pelo restante da população, estão cada vez mais recorrentes. Por todos os lados, as causas sociais se fortalecem e, principalmente no meio corporativo, é preciso prestar atenção se o seu time contém pessoas diferentes, trabalhando juntas. 

O assunto é tão importante para o futuro da sociedade e do sucesso da empresas que gravamos um episódio do nosso OCACast sobre este assunto (você pode ouvir clicando aqui ou ao final desta postagem). Nosso intuito é ensinar as empresas que pretendem diversificar os perfis de seus funcionários e que não sabem como iniciar essa jornada. Por isso, nós escrevemos esta matéria elencando alguns tópicos que podem te ajudar nesse assunto. Abaixo, apresentamos alguns assuntos que podem ser importantes na hora de contratar novas pessoas. Vamos lá?

  • Equipe diversa pensa diferente!

Imagine que você resolva chamar a sua equipe para solucionar um problema e todas as soluções forem iguais, monótonas e suscetíveis a erros. Não é um bom caminho a se seguir, certo? Quanto mais pessoas iguais dentro de uma mesma equipe, a solução do problema pode não ser dos melhores. 

Por isso, pensar em uma equipe com perfis diferentes entre si, é um bom caminho a seguir, uma vez que cabeças diferentes pensam e agem de formas diferentes. Ter pontos de vista que se divergem pode trazer questionamentos amplos sobre um desafio e agregar resultados surpreendentes.  

  • Contrate pela competência, não pela aparência

Muitas pessoas diferentes enfrentam problemas em contratações nas empresas, porque muitos líderes estão presos a estereótipos (raciais, de sexualidade, de gênero, etc)  que não devem ser levados em conta, quando a pretensão é contratar perfis diferentes. Hoje em dia, existem políticas internas em várias empresas para adquirir funcionários que possuem alguma deficiência, seja ela qual for, mas o mesmo não se aplica a pessoas de diferentes etnias, mulheres, lgbts, etc. 

Contratar pessoas apenas por uma obrigação mercadológica e suavidades fiscais pode não ser uma tomada de decisão estratégica, visto que o que está em jogo neste caso é algo puramente financeiro. Apostar em pessoas que compreendam outros tipos de perfil social e estilo de vida, contribui para que a empresa fique cada vez mais humana. Como o próprio tópico aqui diz, contrate alguém pela sua capacidade técnica, uma vez que o intelectual não está ligado à aparência física. 

Sabia que algumas empresas optam por iniciar sua avaliação de currículos “às cegas”? Isso significa que o RH não vai receber o nome, o sexo, a idade, o local onde mora, etc. Apenas avaliará as competências daquele perfil. Esse exercício é excelente para avaliar qual é o peso de algumas variáveis que não estão relacionadas a capacidade técnica de um profissional.

Você já deixou de chamar alguém para uma entrevista só porque ele morava longe, ou porque você buscava uma pessoa de uma determinada idade e o currículo que chegou era diferente? Vale a pena pensar a respeito.

  • Mulheres, pessoas de outras etnias e lgbts

É muito comum o quadro de funcionários de várias empresas ter, majoritariamente, homens trabalhando – principalmente em cargos de chefia. Se sua empresa está com uma configuração parecida com essa, porque não rever como você está contratando seus funcionários?

Historicamente falando, grupo sociais como o das mulheres, de pessoas de diferentes cores (como os negros e asiáticos, por exemplo), e lgbts, são frequentemente marginalizados, sendo desconsiderados na hora de empresas dizerem o “sim” para a contratação. É difícil encontrar mulheres em cargos de destaque, simplesmente por empresas não apostarem no real potencial da funcionária, acreditando que interferências sociais e biológicas possam interferir em sua carreira, como uma gravidez, por exemplo. 

O mesmo acontece com os outros grupo, que acabam sendo discriminados e não aceitos por serem considerados inferiores (ainda!) e que tenham estilos de vida diferentes do considerado comum.

Adotar políticas que agreguem essas pessoas dentro da sua empresa, causará uma visibilidade maior perante a sociedade, uma vez que você estará mostrando que a sua empresa se importa com a parte humana dos seus funcionários, num todo. 

  • Equipe mais humana, voltada ao público final

Uma equipe diversa tende a construir histórias diferentes e ricas e, consequentemente, compartilhar experiências de vida, que ajudam a construir um funcionário como ser humano. Esta parte é fundamental pois, uma equipe mais humana acaba transformando a realidade de uma empresa na hora de atender os clientes finais. 

Em muitos casos, principalmente em empresas que lidam diretamente com a comunidade, ter um relacionamento que entenda o problema que ele está passando, pode ser um trunfo quando o assunto for a conquista de um fã da marca. Ter um uma equipe de atendimento que saiba sobre o que o cliente está lidando, por já terem uma vivência parecida ou pelas experiências dos colegas de equipe que passaram pelo mesmo, ajuda na eficiência na resolução do problema abordado. 

  • Equipe mais forte para enfrentar possíveis crises

Por último e não menos importante, ter uma equipe diversificada ajuda (e muito) quando um problema de maior proporção, aparecer. Como falado num dos tópicos anteriores, ter mentes diferentes para achar a solução de algo pode prevenir possíveis erros e achar saídas para uma crise de forma mais eficiente que mentes iguais juntas. 

Para finalizar, este texto tem o intuito de promover contratações mais amistosas e autênticas, visando principalmente na manutenção de pessoas que ainda sofrem com a não inclusão de suas particularidades. Se você, como alguém na liderança de uma empresa conseguir aplicar algum destes tópicos aqui apresentados, verá o quão humano o seu time ficará e poderá, assim, contribuir para uma sociedade melhor, empática e preocupada com o bem-estar de todos. 

Também, como mostramos ali no comecinho do texto, você também pode continuar sabendo mais sobre o assunto no nosso OCACast #11, onde abordamos o assunto “Diversidade” com mais profundidade. Você pode ouvir o episódio, clicando no player abaixo!




EMPREENDEDORISMO

Blogando – Treinamentos de marketing digital

Nosso time esteve em peso em mais um treinamento da Resultados Digitais

Mais um treinamento para a nossa conta! É esse o sentimento que eu – Giovanni – e Renata, pudemos sentir depois de participar do #Bootcamp09, da Resultados Digitais, nosso parceiro (sensacional) de Inbound Marketing. Como sempre, todo o esforço que tivemos para chegar até o evento (sim, levantamos 6 horas da manhã para podermos estar em São Paulo às 9 horas, horário do evento) e nos mantermos atenciosos à enxurrada de conteúdo que nos atingiu, foi gratificante quando, finalmente, chegamos ao final do dia.

As experiências porém, minha e da Renata, foram diferentes. Eu, como já estou inserido no mercado de Inbound Marketing desde 2017, quando assinamos o contrato com a Resultados Digitais, tenho mais vivência com a ferramenta e, mesmo que complexos, com os termos relacionados a essa serviço. Então, tomando isso como ponto de partida, isso me deixou muito contente em saber onde o meu eu profissional está e saber que, em todas as palestras ali apresentadas, o entendimento que eu tinha sobre a plataforma e o serviço, de fato, era concreto. 

Dentre os termos técnicos, tivemos várias pinceladas sobre o Sucesso do Cliente junto ao Inbound Marketing, assim como os erros e acertos comuns que temos, quando todos ali presentes no auditório compartilharam suas experiências diárias em suas agências. Além disso, duas palestras me deixaram com mais brilho nos olhos: 

  • Do Nubank, ministrada pelo Bruno Giacomelli, onde os temas abordados foram a estrutura da equipe do banco, voltada especialmente para oferecer o melhor atendimento para o cliente final. Lá, qualquer pessoa acionada para resolver um problema, tem a autonomia para resolvê-los, e isso é algo que cada vez mais está sendo estruturado aqui na OCA Comunica. 
  • E a palestra final, da Débora Brauhardt, da empresa Vittude, que abordou um tema MUITO importante, que poucos eventos divulgam como pauta: a saúde mental dentro do ambiente de trabalho. Esse é um tema recorrente em todas as empresas hoje em dia, mas que poucos conversam sobre e se propõem a solucionar, pensando na questão humana do trabalho. 

No fim do dia, eu me senti realizado. Consegui enxergar em cada uma das palestras, o quanto eu cresci nesses 3 anos de OCA, e o quanto a minha experiência em Inbound Marketing me preparou para atender e entender melhor os clientes que temos hoje e que ainda virão. 

Deixo então, a partir deste ponto, para que a Renata escreva sobre a sua experiência, como iniciante nos eventos da Resultados Digitais e que, com toda certeza, vai poder um dia se orgulhar do seu desenvolvimento, como eu hoje me sinto. 

“Foi meu primeiro Bootcamp e só tenho coisas incríveis para dizer. Sou iniciante no mundo publicitário, então, em alguns momentos fiquei um pouco perdida, com siglas e palavras que até então eu não conhecia. Mas tudo isso só me acrescentou ainda mais. Todos os palestrantes e equipe do RD estavam dispostos a ajudar e isso foi um ponto muito importante para tudo fluir do melhor jeito possível.
Em todas as palestras, algo me marcou, me fazendo pensar em como poderia aplicar no meu dia e dia para conduzir da melhor forma dentro da agência e no meu caso, na faculdade também. Na primeira palestra, o Eduardo (da agência Diwe) fez duas perguntas que me fizeram refletir muito em cima delas: “Qual foi a última vez que você fez algo diferente?” e “O que falta para você começar hoje?”. Como crio conteúdo aqui na agência, às vezes tenho a sensação de cair em um “looping” e não conseguir inovar nos textos, precisando pesquisar muito e me atualizar sobre diversos assuntos, para não cair nesse “looping”. A pergunta dele me fez pensar que posso abrir ainda mais minha visão para o que acontece ao meu redor e assim captar, cada dia mais, ideias novas que vão além da minha visão do dia a dia.
Sobre as outras palestras vou falar um pouco melhor nos próximos episódios do OCACAST, pois encaixam SUPER na nossa programação e sinto que falando, vou expressar melhor o quanto amei poder fazer parte desse treinamento.”

CRIATIVIDADE

Como definir a identidade visual de uma empresa no ambiente digital?

Uma das melhores sensações e alegrias de quem trabalha com marketing digital, é a conquista de um novo cliente. Assim como em qualquer outra empresa que presta serviços,  aqui na OCA COMUNICA cada conta conquistada é um novo caminho que trilhamos, unindo sempre a expectativa do cliente e nosso conhecimento. Além das estratégias do conteúdo em si, definir uma Identidade Visual que traduza a mensagem correta, é de suma importância para que o projeto tenha sucesso. 

Então, para que a nova comunicação atinja os resultados esperados e que o cliente final entenda a mensagem que queremos passar, a OCA utiliza alguns passos para construir a Identidade Visual de um novo cliente. Abaixo, listamos o nosso processo de trabalho na parte visual, e incluímos alguns exemplos práticos que já fazemos para os clientes que temos hoje na agência. 

REUNIÃO DE BRIEFING

Depois da jornada de conquista de uma nova conta, que vai desde a prospecção até a assinatura do contrato, temos uma reunião com o cliente, onde definimos as diretrizes do projeto. É nessa reunião onde criamos o briefing, documento este que norteia toda a comunicação que será criada, e principalmente a Identidade Visual. Nele, estão contidas informações sobre a empresa do cliente, expectativas sobre o projeto, além da Identidade Visual vigente. No caso, nesta última parte, é possível ver o histórico de visuais criados pela marca, além das cores institucionais e aquelas que poderão ser usadas, sem fugir do perfil já existente do cliente.

ESTRATÉGIAS

Com o briefing em mãos e depois de uma boa conversa com o cliente, é hora de criarmos as estratégias que vão definir o andamento do projeto. É aqui em que a parte funcional do projeto se inicia, e onde a parte de conteúdo começa a se desenvolver. São as estratégias de conteúdo e venda que farão com que a Identidade Visual torne-se sólida e única, sendo criada na fase a seguir, a fase dos Formatos. 

FORMATO

Seja para uma Rede Social ou para um E-mail Marketing, é muito importante definir os formatos corretos e que se ajustam nas diretrizes de cada ferramenta. No Facebook, por exemplo, são aceitos diversos formatos, mas dois deles se encaixam melhor no Feed de Notícias: o quadrado, geralmente com 800×800 pixels; e o retangular, com 1000×1300 pixels. 

O uso desses dois formatos depende do que será comunicado. Geralmente, posts que contenham apenas imagens e texto, com o intuito de comunicar algo institucional, e mais voltado para o visual, podem ser facilmente traduzidos em um formato quadrado, o mais comum nas redes sociais. Este é o caso da maioria dos nossos clientes, cuja mensagem sempre visa o conteúdo antes da forma ou do apelo comercial. 

Os formatos retangulares se dão bem quando existem informações que necessitam estar no layout, e não apenas no campo de texto que acompanha a publicação. Aqui na agência, temos casos de clientes que optam pela divulgação de roteiros de viagens, por exemplo, no próprio layout, além das informações sobre valores, formas de pagamento etc. Então, o uso do post mais “alongado” é útil, pois possibilita a inserção de mais texto no layout, além da imagem, mas que não cause um aspecto de “informação excessiva”. Neste caso, é preciso estar atento apenas com a quantidade de texto inserido, pois as diretrizes do Facebook permitem apenas 20% do layout, em texto.

APELOS E IMAGENS

Assim como no tópico anterior, os apelos se relacionam muito com o intuito da mensagem que queremos passar para o cliente final de uma marca. É nas etapas de Briefing e das Estratégias em que o tipo de comunicação é definido e, vez por outra, é possível mesclar alguns deles. Os apelos mais comuns são o Emocional e o Comercial, que norteiam o ritmo da comunicação. 

Para que isso seja traduzido no layout, nós buscamos sempre imagens e textos que possam posicionar o público-alvo / persona, sobre a mensagem que queremos passar. É comum com alguns clientes aqui da OCA que a identidade Visual tenha apoio de imagens mais emotivas, como no caso de um restaurante, em uma postagem sobre almoço em família. O uso de uma imagem que contenha uma família alegre, descontraída e que, se possível, esteja almoçando em um restaurante parecido com o estabelecimento do nosso cliente – é sempre uma boa escolha – principalmente quando não há produção de fotos. Nossos clientes contam com um banco de imagens profissional para auxiliar na criação de conteúdo.

Por outro lado, o apelo comercial pede que sejam colocados no layout elementos que façam o cliente final se sentir impelido a adquirir o produto ou serviço que estamos divulgando. Voltando ao caso das agências de turismo, além dos textos com as informações sobre os roteiros e as condições de pagamento, é importante que a Identidade Visual contenha imagens e cores relacionadas ao destino. Isso desperta o interesse do cliente final – ao ver a imagem – e faz com que ele sinta vontade de comprar a viagem que publicamos. 

É importante frisar que o uso de imagens fiéis à realidade tem um peso muito valioso para o público que se está querendo atingir. Na foto de família, por exemplo, é importante colocarmos uma imagem com pessoas próximas a nossa realidade, do que preferir fotos com famílias “americanizadas”. Para as agências de viagem, inserir fotos dos locais por onde a viagem passará é uma ótima saída, ao invés da inserção de lugares mais genéricos do destino. 

FONTES E CORES

O texto dentro de um layout é uma informação que precisa ser concisa e apresentar uma chamada estratégica, para que atenção se volte a ele e a imagem que foi escolhida especialmente para transmitir a ideia. Entenda aqui que uma postagem se baseia em imagem + texto, onde o visual atrativo está sob responsabilidade do primeiro elemento, ou seja, dá imagem. O texto então, neste caso, surge como apoio à foto, e precisa ser destacado e atrair a atenção. O uso de fontes que traduzam a Identidade Visual criada para um cliente é uma ótima opção. 

Uma empresa que faz viagens para lugares históricos (como no caso de um de nossos clientes), pode contar com imagens dos roteiros, como dito no tópico acima, e o texto no layout pode mesclar fontes sem serifas e aquelas manuscritas. Fontes que não contenham serifas (aquelas “hastes” nos finais das letras) dão um ar mais moderno ao layout e, as fontes manuscritas (que parecem feitas à mão), podem significar a liberdade e personalidade, coisas essas que um roteiro histórico podem trazer durante uma viagem. 

Outro elemento que ajuda na caracterização de uma Identidade Visual, é a cor. Nos layouts produzidos na OCA COMUNICA, a preocupação com cor está presente desde o início da estratégica de comunicação de cada conta. Geralmente, as cores usadas se baseiam na comunicação institucional dos nossos clientes e nas variações que combinem com o layout que será criado. Ainda no caso do nosso cliente perito em viagens de cunho histórico e sagrado, o uso da cor Marrom e Caramelo traduz a ideia de algo secretado pelo tempo. Outro cliente, porém, utiliza as cores Azul e Branca em sua comunicação, por se tratar de um hospital que cuida da saúde dos olhos. Essas cores estão relacionadas à área da Saúde por transmitirem serenidade, conforto e tranquilidade. 

Por fim, criar uma Identidade Visual para um cliente novo, além de ser prazeroso, exige muito conhecimento e pesquisa, para que a mensagem seja comunicada corretamente. Se você, que está lendo este texto, acredita que a sua comunicação pode ser melhor, conte com a OCA COMUNICA. Nosso time é especialista nas estratégias de Marketing Digital e pode fazer com que a sua marca tenha muito mais sucesso. 

ESTRATÉGIA

UX Design e Inbound Marketing: estratégias para vender mais

Muito se fala hoje em dia sobre priorizar a experiência do usuário dentro do Marketing Digital. Designers preocupam-se cada vez mais em tornar a usabilidade da ferramenta que estão desenvolvendo – seja um layout de site, uma página de blog, até um post nas mídias sociais – em algo atrativo e fácil de usar, pensando exclusivamente no usuário final.

O UX Design (User Experience Design, com tradução literal para o português de “Design da Experiência do Usuário”), é uma ferramenta e forma de pensar, adotada por programadores e designers, a fim de tornar a execução das plataformas, como sites, o mais fácil e intuitivo possível, para aqueles que irão usá-las. Essa ferramenta acompanha os caminhos percorridos pelos usuários de uma página da internet, por exemplo, explorando quais gatilhos inseridos nela são mais atrativos, além de atentar-se às áreas em que os usuários mais prestam atenção, quais páginas mais visitam, etc.

Sendo assim, por ser uma ferramenta extremamente importante para a atração e retenção de clientes, o UX Design pode ser amplamente aplicado junto da estratégia de Inbound Marketing. Mas como?

UX Design e Inbound Marketing

Essas duas estratégias partilham de uma gama de características, e se assemelham em um ponto comum, crucial para o sucesso de suas implementações: o usuário final. Assim como a técnica de Design Thinking (entenda mais sobre esta técnica, clicando aqui ), o UX Design e o Inbound Marketing preocupam-se em atender a demanda do consumidor final, pensando especificamente nas suas necessidades.

Além disso, as duas ferramentas procuram entender toda a jornada percorrida por um cliente, – desde a descoberta de um problema até a compra de um produto ou serviço como a solução – surgindo em momentos oportunos da jornada e mantendo-se presentes, para que o usuário seja sempre lembrado que dado produto pode solucionar seus problemas, de fato.

O Inbound Marketing, por exemplo, tem como objetivo solucionar as dores de um usuário, denominado Persona. Este usuário é a idealização do cliente perfeito para o seu negócio, é nele que se mantém todos os pilares que serão seguidos, dentro da jornada do Inbound Marketing. Não diferente da ferramenta acima, o UX Design define pontos dentro de um layout, que deverão chamar a atenção para o usuário final da plataforma, promovendo a compra certeira do que você pretende vender.

Listamos algumas ferramentas do Inbound Marketing que podem aproveitar e atrelar os conceitos de UX Design, para que a sua marca possa vender mais:

Estratégias de Inbound Marketing, com UX Design aplicado

1- Landing Pages que convertem (e muito!)

Landing Page é uma página que o usuário acessa para deixar seu cadastro em troca de algo. Seja um e-book, um vídeo com um conteúdo exclusivo ou um download de material antes de outros usuários, a Landing Page é uma ferramenta de conversão. O usuário que acessa esta página se torna um lead e, para isso, é preciso que ela seja, no mínimo, atrativa.

Usar cores que esta ligadas ao perfil de cliente desejado (lembra da Persona?) é um passo muito importante a se tomar, na hora de montar o layout de uma página de cadastro.

Além disso, algumas landing pages têm a opção de inserir imagens de fundo, para que o layout fique o mais humanizado possível. Esta é uma ferramenta ideal para que o perfil de usuário seja estampado, criando uma identificação ainda maior. Caso sua persona seja uma mulher empreendedora, que goste de viajar, uma imagem que apresenta este perfil pode aumentar as chances de conversão dos usuários.

Por último e não menos importante, destaque os botões dos formulários de cadastro! Esta ferramenta, presente tanto nas Landing Pages quanto nos E-mails Marketing, DEVE atrair a atenção e fazer com que o usuário converta. Assim, o botão deve ter uma cor diferente da escolhida para o fundo da página, destacando-se do restante do layout.

2- E-mail Marketing com cara de Caixa de Entrada (e não Spam)

Muitas empresas enfrentam um grande problema quando se trata de e-mail marketing: o terrível destino de parar em uma caixa de spam, quanto todos os esforços prestados foram para que a mensagem estivesse presente nas Caixas de Entrada.

Um erro comum que muitas empresas cometem é inserir diversas imagens nos e-mails, e não balancear estas com textos. É preciso saber que alguns servidores de e-mails não comportam mensagem com conteúdo muito pesado, e acabam por determinar que e-mails que contenham essas características podem ser enviados direto para a lixeira.

Para que seus e-mails não sofram esse cruel destino, atente-se na quantidade de imagem que você está inserindo. Opte por uma mensagem que contenha um nível balanceado de figuras e partes escritas, para que o usuário entenda o que você quer dizer e faça as ações que o e-mail propõe, além de poder se identificar com as imagens presentes no corpo da mensagem.

Assim como as Landing Pages descritas acima, o E-mail Marketing dispõe de botões para que ações de conversão sejam feitas através deles. Lembre-se: um e-mail marketing é uma ferramenta muito importante dentro do Inbound Marketing, e todas as ações feitas dentro dele somam pontos para cada usuário. Portanto, insira botões que se destacam do restante da mensagem que você enviou, para que o usuário execute a ação que você propõe. Não se esqueça de deixar bem claro o que você espera dele neste e-mail, e faça com que ele, de fato, clique no botão inserido e, mais uma vez, converta!

3- Pop-Ups no seu site: um (último mas necessário) truque na manga

Como dito anteriormente, o UX Design é uma ferramenta que designer utilizam na criação de sites. Através dela, é possível entender os caminhos percorridos por um usuário em uma página da internet. E é claro que o site da sua empresa não poderia ficar sem uma outra importante ferramenta de conversão do Inbound Marketing: o Pop-Up.

Conhecido como “janelas que aparecem quando o usuário está deixando um site”, por exemplo, o Pop-Up trabalha justamente com este elemento surpresa, como seu aliado. A ideia da ferramenta é surpreender o usuário e, geralmente, o Pop-Up é programado para aparecer quando o usuário está prestes a fechar a janela em que seu site está aberto.

Assim, para que a surpresa seja o mais efetivo possível, o Pop-up deve ter visual pensado na ação que propõe (um cadastro para orçamento, o download de material etc) e conter botões destacados e chamativos para que a ação seja efetuada. Você pode fazer com que eles apareçam apenas na situação acima apontada ou, também, pode fazer com que ele surja em todas as páginas que o usuário visitar, além de também dispor de Pop-Ups diferentes, de acordo com o conteúdo mostrado nas páginas. Mas lembre-se: não seja invasivo, insistente e preze sempre pela experiência do seu usuário.

Assim, com o UX Design e o Inbound Marketing à sua disposição, você pode fazer com que o seu usuário final tenha mais prazer ao visitar os materiais que sua empresa fornece, além de converter-se nas páginas que você disponibiliza.

Somos especialistas em Inbound Marketing e utilizamos o UX Design como conceito para a atração, conversão e retenção de leads, para que a sua empresa tenha sucesso nas vendas. Entre em contato conosco para saber mais!

ESTRATÉGIA

Melhore sua empresa com Design Thinking

Design Thinking – Sempre que falamos sobre a melhoria das empresas em seus processos, imediatamente ligamos essa ideia com a complexidade de metodologias que necessitam de grandes esforços das instituições e que trazem poucos retornos, tanto em questões de alinhamento interno quanto de ganhos financeiros. Muitas destas expectativas estão ligadas à fórmulas mágicas que prometem sucesso imediato, mas que não funcionam quando colocadas em prática.

Apesar de existirem diversos métodos que são difundidos, poucos são tão eficazes como o Design Thinking, que se apresenta não como uma metodologia, mas como uma abordagem que busca solucionar problemas, através do pensamento colaborativo de todas as partes envolvidas no processo, seja ele para uma melhoria interna da empresa, o lançamento de um novo produto, manutenção de serviços etc.

O Design Thinking se apoia na mesma linha de raciocínio que designers utilizam para solucionar seus problemas na parte criativa, seguindo caminhos que são comuns para estes profissionais. O processo procura mapear e mesclar a experiência cultural, a visão de mundo e os processos existentes na vida de todos os que estão envolvidos na criação de algo, com o intuito de obter uma visão mais completa para solucionar problemas e, desse jeito, identificar obstáculos e criar alternativas viáveis para superá-los.

Todo esse processo visa entender melhor as partes envolvidas desde a criação de um produto ou serviço, até o seu consumo, além de satisfazer o cliente, algo que só poderá ser alcançado quando houver um conhecimento profundo de suas necessidades, desejos e percepções de mundo.

Para isso, o Design Thinking mantém alguns passos a serem seguidos, uma espécie de roteiro que ajuda a extrair o melhor possível da  ideia. Mas lembre-se: os passos são apenas uma maneira de organizar melhor o trabalho, para potencializar as possibilidades criativas da empresa.  

Abaixo, elencamos os passos que compõem a abordagem do Design Thinking:

1- Imersão

Nesta primeira fase, a ideia é entender sobre todo o processo que pretende-se trabalhar. É aqui que identificamos possíveis problemas, definimos objetivos e limites do projeto. É preciso também conhecer o ambiente interno e externo da empresa, como seus pontos fortes e fracos, suas oportunidades e ameaças, as condições econômicas atuais, análise do público através de pesquisas de mercado, etc.

A fase de imersão procura realmente se aprofundar na ideia que será criada e é a parte do processo em que muita informação é gerada, podendo ser usada posteriormente nas etapas seguintes do Design Thinking.

2- Análise e Síntese

Como a fase anterior recolhe uma grande quantidade de informações, é preciso agora entender os dados levantados e julgar o que será ou não útil para a continuidade do projeto. É fundamental que a ideias sejam separadas de forma lógica e racional, identificando padrões e sendo categorizadas o que ajuda a enxergar melhor as questões e, possivelmente, encontrar novas respostas.

Uma ótima maneira de melhorar o aproveitamento desta fase é representar os dados a serem analisados, em mapas e gráficos, o que ajuda a visualizar melhor os problemas apresentados.

É a partir daqui então, que o projeto começa a se formar, com a definição da persona e uma linha lógica de trabalho.

3- Ideação

A partir desta etapa, a equipe de trabalho começa a pensar em soluções que possam resolver os problemas encontrados na fase anterior. Porém, aqui é preciso entender que nenhuma solução é ideal e o legal é considerar todas as que foram encontradas.

Para que as soluções apareçam, é preciso usar métodos que estimulem a criatividade do pessoal envolvido e, para que eles se sintam à vontade para apresentar ideias mais ousadas, não pode haver julgamento de valores. A equipe precisa estar livre para experimentar e cometer erros, justamente porque o medo da  falha é um agente inibidor da criatividade e inovação.

Vale ressaltar que o intuito não é estimular o erro, mas sim gerar várias possibilidades, a fim de encontrar soluções que realmente atendam as expectativas de todos.

4- Prototipação

Diversas pesquisas no Brasil e em todo o mundo apontam que grande parte das empresas, produtos ou serviços lançados no mercado, acabam falhando. No Estados Unidos, por exemplo, apenas 4% dos novos produtos obtém sucesso. E isso não se dá por conta de negligência dos empreendedores. Muitas vezes, os recursos permitem que apenas um resultado de uma ideia seja testado na prática.

Dentro do Design Thinking, isso é extinto. Ponto forte do processo, a fase de Prototipação consiste em desenvolver uma versão simples do produto, produzida rapidamente, sem gastar muitos recursos, em um período de testes. Esta versão simplificada, chamada de Mínimo Produto Viável (sigla MPV), serve para testar como o produto se comporta na prática e se realmente atende as necessidades do consumidor final.

O intuito é fazer um acompanhamento próximo de como se comporta o produto ou serviço criado, colhendo insights sobre o que funcionou e o que deve ser corrigido.

5- Implementação Final

A intenção do MPV é chegar até a essência da solução, obtendo respostas positivas ou negativas, último caso este que custaria mais caso o produto fosse lançado diretamente em sua forma final.

Então, caso a ideia seja validada, é iniciada a fase final, a de implementação. Aqui, os ajustes encontrados são feitos, para que o produto finalmente seja lançado para o consumidor final. Apesar de ser a última fase do processo, é preciso apostar sempre no aperfeiçoamento contínuo da empresa, encontrando as fraquezas e oportunidades de cada projeto a ser desenvolvido.

A proposta do Design Thinking, num todo, procura promover a empatia e o entendimento holístico por parte da  empresa, para com o seu consumidor final. Além disso, pretende atrair os colaboradores envolvidos nos processos, procurando novas oportunidades para que as soluções sejam resolvidas da melhor forma possível.

Neste processo fica cada vez mais claro que é preciso adaptar-se às condições atuais, principalmente pensando que o mercado muda constantemente. Portanto, é necessário ter dentro da empresa uma grande capacidade de adaptação e procurar, sempre, se reinventar.

CONTEÚDO, DIGITAL

Design e Persona – A Importância do Alinhamento

O consumidor é a figura mais importante dentro da Jornada de Compra, e por isso, toda a comunicação deve seguir caminhos atrativos para que ele, de fato, compre a ideia que sua empresa pretende vender.

Com a persona não é diferente. Ao contrário do público-alvo, onde os dados levantados são mais generalizados e neutros, com a persona as informações estudadas são mais profundas, levando em consideração um perfil real de um indivíduo, como seus hábitos diários de consumo, quais redes sociais usa, o que lê etc. É importante lembrar que, por se tratar de um perfil complexo de público, a persona precisa de uma comunicação personalizada para que se identifique com o seu produto ou serviço.

Assim, mesmo que existam partes suficientemente importantes para que uma compra seja efetuada, como a pesquisa de mercado, o relacionamento durante todo o percurso, além dos posicionamentos de marca, algo fundamental que deve ser levado em consideração é o design.

Mas afinal por que o design é tão importante assim?

Como uma das partes finais da comunicação, a parte visual de uma propaganda ou de um produto é o elo das ideias que a marca quer embutir dentro de uma comunicação, e que permite a aproximação com o público a quem ela está destinada.

No caso da persona por exemplo, um produto com visual generalizado e que seja “comum” aos olhos, não terá atenção. Sua marca, então, precisa utilizar mecânicas com design voltadas a este público seleto, despertando o interesse da persona. Seja no formato de uma embalagem, em cores mais chamativas, em fontes e frases que sejam de fácil identificação, ou até mesmo nas ideias que a sua marca adota para as propagandas: tudo deve estar de acordo com o perfil da persona traçada para a sua marca.

Entendeu todas as ideias? Aqui vão algumas dicas para que você atraia ainda mais a atenção da sua persona:

  • Opte pelo uso de imagens que retratem pessoas reais, principalmente aquelas com perfis semelhantes à persona da sua marca;
  • Use fontes diferente e legíveis, sempre acompanhando as ideias criativas, tanto para a marca trabalhada quanto para a persona. Fontes cursivas e manuscritas podem funcionar muito bem para mulheres mais jovens, do que para idosos, por exemplo. Também, o uso de fontes mais finas podem impossibilitar a leitura na imagem;
  • Utilize cores que possivelmente, sua persona irá se identificar. Perfis mais empresariais tendem a admirar imagens com cores mais frias, como o azul marinho; alguém mais jovial tende a prestar mais atenção em imagens com tonalidades mais quentes e afetivas;
  • Alinhe sempre a comunicação com temas que façam sua persona se interessar pela sua marca, e que também tragam novidades sobre seus gostos pessoais.
  • De tempos em tempos, mude! Alterar a comunicação, seguindo as novidades do mercado pode facilitar a adesão pela sua persona, além de mostrar que sua marca está atenta às inovações.

Giovanni Caputo

Diretor de Arte

Qual a melhor estratégia para ter venda recorrente?

   

   

   

   

TENDÊNCIA

Cores Pantone: a importância para o design

No último dia 6, a Pantone liberou a cor que guiará todo o ano de 2019, nas áreas de decoração, moda e design. Assim como faz todos os anos, a empresa criada em 1962 nos Estados Unidos, tornou público a tonalidade que influenciará os visuais do ano que está por vir.

Chamada de Living Coral (código Pantone 16-1546), a cor tem como sua principal característica o aspecto energizante, quente e vibrante, inspirado na diversidade dos recifes de corais. Segundo a vice-presidente da empresa, Laurie Pressman, a empresa procurou por cores que trazem nutrição, conforto e qualidade, além de não ter aspecto visual muito pesado. “Queremos jogar. Queremos ser elevados!”, afirma.

A escolha das cores anuais é feita pelo Pantone Color Institute, subdivisão norte-americana da empresa, que desde o ano 2000 influencia segmentos que envolvem design e a formulação de produtos, ao longo do ano. Antes da definição, a pesquisa é extensa, com inspirações vindas das artes, cinema e até em artistas influentes. Em 2018, por exemplo, o Ultraviolet, cor escolhida para o ano vigente, obteve inspirações em cantores como Prince, David Bowie e Jimi Hendrix, cujos figurinos continham sempre a presença de cores voltadas ao roxo.

Então, qual a importância das cores Pantone para o design?

Além de indicar quais caminhos visuais seguir no próximo ano e guiar as tendência em pilares essenciais do consumo, a Pantone permite a padronização de tonalidades no meio gráfico, principalmente nas produções em escalas mundiais.

Imagine o seguinte caso: um restaurante do Mc Donald’s no Brasil deve ter as mesmas cores institucionais e dos materiais, que um outro restaurante da franquia, localizado no Japão. Os materiais impressos utilizam o sistema de quatro cores CMYK, enquanto que as artes mostradas na tela do computador usam o sistema RGB. A calibragem correta entre os dois pode, na maioria das vezes, ser difícil e trabalhosa, uma vez que os dois sistemas de cores diferem-se.  

A Pantone entra, então, nesta etapa, permitindo que a mesma tonalidade utilizada aqui seja a que será usada do outro lado do mundo, sem distinção nas nuances. A grande maioria das agências de publicidade apoiam-se nesse sistema para dar vida à identidade de seus clientes, garantindo assim a qualidade de reprodução das mesmas.

Estas escalas, então, servem para unificar as comunicações feitas pelas empresas, quando há a necessidade de padronizar os visuais. Por ser única e muitas vezes exclusiva, a Pantone acaba por ter seu custo um pouco mais elevado do que as misturas de cores feitas com a escala normal (CMYK). Porém, sua utilização em materiais gráficos permite visuais singulares e harmoniosos, além de estarem ligados sempre às tendências atuais.

Giovanni Caputo

Diretor de Criação
ESTRATÉGIA

Qual a melhor estratégia para ter venda recorrente

Antes de entrar na estratégia, preciso fazer uma pergunta: Você sabe o que é receita/ venda recorrente no seu negócio? Pense, dentro do seu nicho, o que pode ser feito para que o cliente não compre uma vez e vá embora, ou: como é possível facilitar tanto a vida do cliente que ele praticamente compra na sua empresa sem pensar.

É levantando questões como esta que você começa a pensar numa estratégia recorrente. Há alguns anos, o e-commerce mais famoso do mundo, a Amazon, desenvolveu a “comprar com um clique”. Agora, praticamente todos os e-commerces estão com essa “funcionalidade”. Depois, vieram as assinaturas de produtos de diversos segmentos que chegam na casa do consumidor como uma surpresa boa, por um valor acessível, como o ClubeW, com assinatura de vinhos, ou o Glambox, que envia produtos de beleza para seus assinantes.

Logicamente, não é porque os clubes de assinatura são tendência que todos os segmentos de produtos precisam entrar nessa, mas existem algumas estratégias que você pode aplicar na sua empresa para garantir a venda recorrente, independente do segmento. Vamos conferir?

    • Ofereça um serviço complementar ao seu produto: você tem uma relojoaria? Venda serviços como troca de bateria; você vende refeições? Ofereça um pacote de entrega mensal de marmitex com um bom desconto.
    • Crie programa de fidelidade: seu cliente sempre compra roupas com você? A cada 5 compras, o seu cliente pode ganhar um excelente desconto ou um presente na próxima compra.
    • Tenha uma comunicação encantadora: fale com o seu cliente sobre o seu produto apenas quando for realmente necessário. Em vez disso, entenda tudo sobre a persona – o que ela gosta de fazer, lugares que frequenta, onde busca informações, assuntos que gosta de falar e ouvir a respeito… só assim você saberá como inovar no seu segmento.
  • Crie um lançamento exclusivo para os clientes mais fiéis. Depois que você aprendeu tudo sobre sua persona, saberá como fazer um lançamento que o agrada. Um exemplo simples: se você tem uma academia e sabe dizer que a sua persona é um público mais velho, que busca saúde e bem estar, porque não lançar um programa de avaliação mensal para monitorar não somente os benefícios que a academia traz, mas também monitorar a pressão, a alimentação, a glicemia e a coluna dos seus clientes?

Com alguns exemplos, você que é empreendedor ou gestor conseguiu entender a importância de saber EXATAMENTE qual é a sua persona e como isso faz você acertar a mão na hora de adotar uma estratégia para venda recorrente. Agora a bola está com você: qual é a sua persona e o que faria com que ela consumisse seu produto / serviço de forma recorrente?

Gisela Santana

Coordenadora de conteúdo digital

GESTÃO

Como eventos de imersão transformam o aprendizado

 

Já é a segunda edição em que a OCA participa do RD On The Road, um evento itinerante de marketing digital da Resultados Digitais. Saindo de lá, notei como podemos aprender muito com a experiência de outros profissionais e como o network é importantíssimo para melhorar nossos próprios processos. Neste post, vou contar um pouquinho dos pontos altos desta imersão e como nossos clientes também serão muito beneficiados.

Abertura com Murilo Gun

Criatividade é algo que existe dentro de todos nós quando somos crianças, mas que desaparece quando vamos crescendo. Isso me lembra o trecho do livro “Mundo de Sofia”, pois se estivermos em um cômodo com uma criança e alguém aparecer flutuando, quem vai se divertir e quem vai se assustar? Pois bem: uma criança está preparada para ver o diferente (afinal, tudo ainda é diferente para ela), enquanto os adultos foram tão acostumados com o “comum” que sequer pensam em imaginar algo diferente. Na palestra de Murilo Gun, somos convidados a sermos movidos pela curiosidade, e não mais pelo medo.

Palestras simultâneas – Growth Hacking, LinkedIn, e-mail marketing, Gestão do amanhã…

Nosso time se dividiu para assistir as palestras que vieram a seguir. Em Growth Hacking, aprendemos novos olhares para aplicar este novo modo de pensar e trabalhar, baseado em crescimento através de melhores práticas, testes, erros e acertos, hipóteses e experimentos. Tivemos também uma excelente palestra sobre LinkedIn, para aprimorar o uso para profissionais e empresas. Aprendemos ainda como aproveitar os chatbots, estratégias de e-mail marketing e claro, sobre Inbound Marketing.

Erros e acertos em Inbound Marketing

Um dos pontos altos deste evento foi o aprendizado das melhores práticas para Inbound Marketing e como os erros e acertos nos levam para o aperfeiçoamento. Nossos clientes agora provarão de algumas mudanças na forma como aplicamos nossa estratégia de inbound, como:

  • Muito mais teste A/B
  • Textos menores
  • CTAs mais direcionados
  • Revisões em todas as Landing Pages
  • Criação de novas Landing Pages para testar outros formatos

Gestão do Amanhã

Na palestra da Gestão do Amanhã eu aprendi que nós somos o presente e o futuro do marketing. As verdades de hoje devem ser reavaliadas a cada seis meses ou no máximo a cada ano, do contrário, estaremos fadados ao fracasso. Exemplos de adaptabilidade como o da startup Yellow (compartilhamento de bicicletas) demostram que os líderes do amanhã são empreendedores que buscaram entender as dores da população que precisa se locomover com baixo custo e sem agredir o meio ambiente.

Com certeza, depois dessa energia renovada e mais conhecimento adquirido, estamos ainda mais preparados para novos desafios no Inbound Marketing!


Gisela Santana

Coordenadora de Conteúdo Digital

LinkedIn

GESTÃO

5 formas de aumentar o capital para investimento

Se o seu negócio tem potencial mas está passando por uma etapa difícil de crescimento, onde – na maioria das vezes – o investimento é a solução e o problema ao mesmo tempo (quando não há dinheiro para ele), este post é para você!

 

Existem muitas formas de se obter recursos financeiros para alavancar o seu negócio. Vamos elencar as principais delas, suas vantagens e desvantagens, e assim você poderá avaliar qual é a ideal para o seu negócio.

 

Sem investimento

A primeira delas, claro, é avaliar tudo aquilo que você pode reduzir para impulsionar. Isso significa que vale a pena ter uma economia objetiva em um ponto para investir em outro. Mas atenção: cortar investimentos em comunicação é uma forma perigosa de redução de custos, pois, ao diminuir sua comunicação, menos pessoas saberão sobre seu negócio e as vendas poderão diminuir ainda mais.

 

Reavalie contratos

Isso vale para contas pessoais e na empresa. Se você consegue reduzir uma conta de telefone e esse ajuste se reverter para a empresa, ponto para você! É um passo de cada vez que a estrada encurta.

 

Utilize o bootstraping

O termo diz respeito ao capital próprio, que você – com suas economias ou até mesmo investimentos pessoais – utiliza para captar mais recursos. Para expandir as perspectivas de crescimento, você pode utilizar capital de amigos e familiares, com cuidado por onde pisa.

 

Crowdfounding

Se o seu negócio já é engajado naturalmente, possui admiradores da ideia, trará um benefício incrível para a sociedade ou para uma comunidade, ele pode ser financiado coletivamente.

 

Linhas de crédito bancário

Apesar de ter juros altos e até garantias patrimoniais, a linha de crédito é uma forma segura de se conseguir um investimento (desde que você saiba exatamente onde investir e quanto retornará de lucro) pois não há perda de lucro através de acionistas e investidores.