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Como preparar sua estratégia digital para retomada depois da pandemia?

Como preparar sua estratégia digital para retomada depois da pandemia?

Agora, mais do que nunca, ter uma boa estratégia digital é o que fará sua empresa sobreviver e lucrar na retomada da economia depois da pandemia. Gostaria de começar este texto pontuando algo muito importante: não seremos os mesmos depois do Covid-19. Nossos hábitos de consumo, nossas relações pessoais e nossas prioridades enquanto pessoas, mudarão. E é por isso que você precisa urgentemente mudar de estratégia para conseguir ter relevância neste mundo novo que nos espera à frente. 

Não entraremos nas particularidades de como o mundo será melhor ou pior para a economia ou para o seu negócio, mas precisamos compreender que:

  • Muitas pessoas passarão a optar por experiências que evitem aglomerações, ainda que seja por um período curto de tempo. Então, eventos gigantes, baladas, shows, shoppings lotados, etc, terão um impacto muito maior em suas atividades; 
  • Segundo uma pesquisa feita pela Hibou – Monitoramento de Marca e Consumo, antes do coronavírus, 46% dos clientes iam até a empresa para comprar ou consumir seus produtos e serviços, e 74% das empresas não conseguem entregar suas soluções através de formatos como delivery, pickup ou entrega digital. 

Por esse motivo, o impacto na economia pode ser muito grande, se os modelos de negócio não se estruturarem para mudar este cenário. E é sobre este assunto que quero abordar no post de hoje: qual plano de ação você pode colocar em prática para retomar suas atividades depois da pandemia (ou até durante ela)?

O seu consumidor já mudou

É importante que você desapegue das certezas que tinha antes do coronavírus sobre o comportamento do seu consumidor: ele já não será mais o mesmo! Então, o primeiro passo é descobrir, dentro da sua cidade – caso seu negócio seja físico – o que está mudando no comportamento dele. Se não existe nenhuma pesquisa pronta, faça a sua:

1 ) Crie uma lista de perguntas que você precisa compreender sobre os hábitos de consumo do seu cliente. Veja em pesquisas feitas em âmbito nacional (como as sugestões aqui) e tente replicá-las para o seu cenário local. 

2 ) Coloque essas perguntas em um formulário, como o Google Docs, por exemplo. Envie para seus clientes e pessoas que são potenciais clientes pelo whatsapp ou por e-mail. Aproveite para expor a realidade do seu negócio e explicar que está procurando entender qual a melhor forma de continuar ofertando produtos/serviços de valor para o seu cliente.

3 ) Respeite as respostas coletadas. A parte mais difícil é desapegar das certezas que você possuía sobre o seu negócio, sobre a sua solução e repensar tudo novamente. Mas talvez seja necessário. 

Redesenhe seus processos e soluções

Talvez, com as respostas dos seus clientes, você entenda que é hora de mudar. Sair de um ponto fixo e passar a fazer vendas online, por exemplo. Entregar um serviço diferente, mais barato, que tenha relação com o que você fazia antes, mas com potencial de escala maior. Por exemplo:

  • Um salão de cabeleireiro pode passar a vender parte dos produtos que são utilizados em seus serviços, como cremes especiais para cabelo, esmaltes, ou até mesmo tinta para pintar o cabelo em casa seguindo instruções da própria cabeleireira.
  • Uma nutricionista pode passar a preparar refeições e mediar a entrega de frutas ou hortaliças frescas para seus clientes, seguindo a sua orientação nutricional.
  • Empresas do segmento de imóveis e decoração podem investir em versões 3D, entregas de amostras de revestimentos, de tintas, aplicativos que usam a realidade virtual/aumentada para mostrar aos seus clientes o que eles só conseguiriam ver pessoalmente.

Organize seus dados

Tenho certeza que em algum momento você já captou o e-mail ou o telefone dos seus clientes, não? Provavelmente preencheu algum cadastro no sistema, alguma ficha, alguma lista… mas muitas empresas nunca observaram esses dados como algo valioso para elas, e agora não têm a menor ideia de onde estão os seus clientes, e como contatá-los. Então, a dica que vem a seguir é para seguir algumas regras da Lei Geral de Proteção de Dados e começar a trabalhar com essas informações de uma forma muito clara com seus clientes:

  • Ao solicitar alguma informação de cadastro, deixe claro para seu cliente para quê pretende usar (para comunicar promoções, para oferecer a ele uma solução mais adequada para o seu perfil, etc). 
  • Nunca compre listas de contato ou troque suas listas com parceiros de negócio. Em vez disso, você pode optar por criar uma ação em união com seus parceiros, informar os contatos dessa parceria e que, a partir da interação de cada cliente com a ação, os dados poderão ser compartilhados.

Hoje, mais do que nunca, é importante respeitar seus clientes, que passam por momentos tão difíceis quanto você, e entender que o tempo e a atenção dos seus clientes podem ser mais importantes do que o quanto eles podem comprar agora com você. 

Motive seus funcionários durante a quarentena

Motive seus funcionários durante a quarentena

Por conta da pandemia do novo Coronavírus (COVID-19), muitas empresas brasileiras passaram a autorizar seus funcionários a fazer Home Office, mas muitas não estavam preparadas para um momento igual a este. 

Não é segredo para ninguém que trabalhar de casa exige muita disciplina e uma adaptação na sua rotina. Sabendo disso, estamos criando alguns conteúdos para o Blog, o OCACAST  e as nossas redes sociais, para ajudar a você e sua empresa.

Uma das principais atitudes que devemos colocar em prática, por mais difícil que seja, é não perder a vontade de criar e fazer coisas novas. Esse é o momento de mostrar a sua criatividade e oferecer produtos e serviços que realmente ajudem o seu consumidor, mesmo se a sua empresa estiver sendo afetada. Não desista!

Para sua equipe continuar produzindo com a melhor qualidade possível durante a quarentena, separei alguns tópicos que vão te ajudar a organizar melhor os processos:

* Reuniões Virtuais
Continue a comunicação com a sua equipe fazendo reuniões virtuais. Hoje em dia temos muitas plataformas para isso, como:
– Skype
– Hangouts
– Zoom
– Google Meets
– Discord 

* Organização
Organização é essencial para um trabalho fluir bem e também existem infinitas plataformas para você e sua equipe se organizarem sem perderem o “pique” do dia a dia:
– Trello – para criar painéis compartilhados com divisões de tarefas, por exemplo.
– Google Agenda – para marcar compromissos, convidar seu time para participar de reuniões.
– Slack – crie projetos e reúna as discussões sobre eles dentro de cada projeto, substituindo longas trocas de e-mail para decidir detalhes da execução e planejamento.
– Asana – distribua tarefas e reúna funcionalidades do Slack e do Trello em uma ferramenta só.
– Planilhas e Docs do Google – trabalhe de forma colaborativa em planilhas e documentos, sem necessidade de enviar diversos arquivos por e-mail, facilitando a aprovação de conteúdo.

* Aulas e Cursos Online
É muito importante que os seus funcionários continuem com a vontade de aprender coisas novas, agora é o momento de incentivá-los! Além de tirar o foco das notícias ruins, conhecimento nunca é demais. ,
– Hotmart (https://www.hotmart.com/pt-BR)
– Udemy (https://www.udemy.com/)
– Profes (https://profes.com.br/)
– Super Prof (https://www.superprof.com.br/)
– Corujito (https://www.corujito.com/)
– Rock Content (https://rockcontent.com/)

* Confie no Marketing 
O marketing – principalmente o digital – é solução para alcançar as pessoas que agora ficarão muito tempo em casa. O papel estratégico do marketing digital é essencial, justamente por oferecer soluções que não dependem de atendimento físico e que pode garantir automações de marketing para facilitar a comunicação entre você e seu cliente. 

* Pratique ideias diferentes
Faça um brainstorm com sua equipe desenvolva ideias diferentes e inovadoras para a sua empresa. Por exemplo: Uma academia não pode continuar aberta, mas que tal os professores preparem uma série de vídeos, produzirem stories e postagens com treinos diários para as pessoas não perderem a vontade de se exercitar durante a quarentena. Ou, se você oferece um serviço que depende do colaborador estar em contato direto com o cliente, de que forma é possível entregar parte do serviço de forma remota (através de uma consultoria, por exemplo), ou até mesmo da venda de produtos que normalmente seriam utilizados na prestação do serviço.

Vale lembrar que é preciso de muita paciência e empatia em momentos como este. Qualquer processo de mudança de trabalho exige um tempo de adaptação e terá desafios inesperados. Lembre-se que todos estamos juntos nessa fase!

Para finalizar, eu e a Gisela vamos começar a fazer lives semanais para falar mais sobre cada um desses tópicos lá no Instagram da OCA (@ocacomunica). E caso você não consiga acompanhar a live, poderá tanto conferi-la em nossos canais posteriormente, quanto acompanhar as dicas no OCACAST, pelo Spotify e pelo Youtube.

Como lidar e motivar um profissional criativo?

Como lidar e motivar um profissional criativo?

Dentro de uma organização é comum existir times onde a criatividade impera. Cada vez mais comuns, eles geralmente são formados por profissionais que antecipam tendências, procuram desenvolver projetos e processos originais, e estão em constante consumo de diferentes fontes de informação.

Estes profissionais, sejam os criativos de uma agência de marketing digital ou quem trabalha em outros segmentos de empresa, cujo foco é a resolução de problemas através de metodologias ágeis, por exemplo, são continuamente confrontados pelo sistema engessado de trabalho, muito comum em empresas tradicionais.

Mesmo que as organizações se mostrem sempre aptas a adotar o estilo de um funcionário criativo, muitas delas ainda não sabem como motivar e continuar extraindo o melhor da criatividade de profissionais que a usam. Sendo assim, hoje falaremos como as empresas podem entender o perfil profissional destas pessoas e usar isso a seu favor, para o trabalho continue sempre prosperando.

#Dica 1 – Alinhe as expectativas

Profissionais criativos tem a má fama de viverem em um mundo paralelo à realidade, uma vez que vivem imaginando formas de transformar o mundo, projetos para a vida pessoal e sua forma de trabalho. Alinhar a expectativa e objetivos podem ajudar a não criar atrito dentro dos processos. Pessoas com a criatividade aguçada, muitas vezes são multifocais, o que significa que elas fazem diversas tarefas ao mesmo tempo. Um bom alinhamento garante que, mesmo que existam tarefas e ideias aparecendo no caminho da mente criativa, o objetivo final estará sempre claro.

#Dica 2 – Determine prioridades e prazos

Um grande problema que pode aparecer durante algum projeto são as tarefas que acabam esquecidas ou deixadas para outro momento, de acordo com a complexidade do trabalho. Mesmo que consigam executar todas as tarefas perfeitamente, profissionais criativos não conseguem lidar muito bem com o fato de terem deixado para trás algo importante, justamente por apresentarem um perfil perfeccionista. É importante aqui determinar as prioridades e principalmente as datas de entrega, para que ele desenvolva o trabalho como se fosse um checklist, onde as tarefas prioritárias vão sendo executadas, antes daquelas menos importantes.

#Dica 3 – Entenda o perfil de cada profissional

Sendo este um dos assuntos mais importante deste texto, é preciso entender como o profissional atua. Geralmente (não em todos os casos), uma pessoa criativa dificilmente consegue ficar satisfeita com o trabalho exercido. Mentes criativas são, em boa parte dos casos, inquietas, vorazes e inconformadas. Sabendo disso, muitos profissionais podem apresentar perfis mais introspectivos, devido aos pensamentos internos, isolados quando focados nas tarefas; perfeccionistas, onde querem que tudo saia correto e certinho; e, uma das características que incomodam as instituições: podem parecer egocêntricos e arrogantes, uma vez que os trabalhos desenvolvidos por eles são sempre os melhores e, quase sempre, uma pitada de opinião alheia pode fazer com que eles fiquem ofendidos.

O que acontece aqui é justamente a questão do profissional estar sempre inseguro em relação ao seu trabalho, uma vez que trabalhos criativos não têm apenas um significado, muito menos uma única forma de ser executado. Assim como a percepção em relação ao que consumimos na cultura (pinturas, cinema, música etc.), as ideias podem ser interpretadas de inúmeras formas. E uma ideia produzida por um profissional pode criar dúvidas, tanto em sua cabeça, quanto na de quem está aprovando o trabalho.

A melhor maneira de entender este profissional e saber lidar com o seu perfil é deixá-lo livre para criar e pedir para que ele explique qual foi o raciocínio para desenvolver determinada solução, permitindo, sem julgamentos que ele mostre o que pensou quando concebeu a ideia e quais significados explícitos e implícitos estão ali. Isso o deixará mais seguro de seu trabalho, fará com que a comunicação fique menos introspectiva, dando abertura às críticas construtivas.

#Dica 4 – Estimule a criatividade dentro e fora do trabalho

As melhores fontes de conteúdo para uma pessoa criativa estão em atividades feitas fora do trabalho. Mesmo que existam formas de se aprender algo novo dentro da organização, é na hora do lazer e ócio que os melhores insights aparecem. E os criativos conseguem aproveitar quase que 100% das suas ideias, quando voltam para o trabalho. Estimular o seu colaborador a ir ao cinema ou que ele procure novas músicas para escutar durante o trabalho, pode ser um caminho de muito aprendizado. E que ele saia do conforto também, procurando fontes de inspiração que saiam do seu repertório.

#Dica 5 – Aposte em treinamentos

Uma das coisas mais legais que você pode fazer por um funcionário criativo, é incentivá-lo a se aperfeiçoar, seja nas habilidades que já tem, seja em outras novas. Assim como a parte de consumo cultural, um criativo necessita de fontes de informações variadas, ainda mais aquelas que o ensinam a melhorar a maneira de como o seu trabalho é feito. Então, apostar em cursos, palestras e workshops, possa ajudá-lo a renovar os conhecimentos e atribuí-los em sua organização. Você pode sugerir para que o seu colaborador se envolva em temas como Design Thinking, Metodologias Ágeis, e outros cursos relacionados ao aprimoramento do trabalho exercido. 

#Dica 6 – Desafie-o

Por terem mentes cada vez mais necessitadas de coisas novas, profissionais criativos precisam sempre ser motivados pelo desafio de pensar em soluções novas. O comodismo irrita uma mente criativa, e os fazem pensar que o seu trabalho ali já não é suficiente ou que estão deixando a desejar, quando as tarefas caem na rotina. O melhor a se fazer é propor coisas novas, tarefas que os façam dedicar tempo para executá-las, além de aguçar ainda mais os gatilhos mentais criativos, para que a solução saia única.

Atuar com um profissional criativo dentro de sua organização pode parecer um tanto quanto complexo, mas acredite: a criatividade não atua no comum. Fazer com que estes profissionais se sintam motivados a engajar mais com a sua empresa, faz com que você crie não apenas pessoas com interesse exclusivamente financeiro, mas profissionais que vestirão completamente a camisa da sua empresa.

A importância da Singularidade do Briefing

A importância da Singularidade do Briefing

Quando falamos em briefing, o que vem à sua mente? Para quem já trabalha no mundo do marketing, um briefing pode ser um questionário com várias perguntas padronizadas, que geralmente são usadas de forma igual para diversos prospects.

Porém, se observarmos com mais cuidado, podemos perceber que cada cliente tem sua necessidade específica, e não é possível encontrar esta dor com perguntas genéricas. 

Então, como elaborar um bom briefing? 

Primeiro, vamos começar definindo o que é um Briefing: É um resumo de todas as informações que uma empresa deve mapear para resolver um determinado problema. No campo da comunicação corporativa, é preciso entender completamente a necessidade desta empresa, extrair suas expectativas e definir quais são os serviços, tarefas e metas para suprir forma satisfatória estas necessidades.

O ideal é deixar que o cliente descreva aquilo que ele precisa resolver. Deixe que ele fale o seu objetivo e, com suas palavras, escreva de uma forma objetiva e clara. Assim, é possível estabelecer metas e uma estratégia tática. 

Segundo a ABRACOM – Associação Brasileira das Agências de Comunicação, existem 07 quesitos para se ter um bom briefing: 


– Apresentação – Neste espaço o cliente conta como funciona o seu trabalho, e o apresenta com breves palavras.


– Mercado – Aqui faça perguntas breves de como é o mercado para poder saber como está a concorrência, suas maiores ameaças e onde é possível trabalhar para crescer. 

– Produto – Um dos pontos mais importantes do Briefing é saber como são os produtos que o seu cliente trabalha, qual é o carro-chefe da marca/empresa e também a concorrência deste produto ou linha. 

– Público – O público é o essencial, pois para se obter um bom trabalho, é imprescindível saber: Para quem se está vendendo? Qual é a relação Marca – Cliente? Como o produto vai ser distribuído e encontrado pelo consumidor (ponto de venda)? Qual é o perfil destes compradores e se estão satisfeitos com a compra?

– Preço – Peça ao seu cliente que informe o preço dos produtos, e se eles condizem com os da concorrência ou se destoam dos outros. Se a resposta for afirmativa, pergunte o porquê.

– Concorrentes – Mesmo já tendo dito em quase todos os tópicos, é fundamental deixar um espaço para que seu cliente possa falar exclusivamente como ele enxerga a concorrência, como por exemplo:

  • Qual a margem de preço que eles costumam ter?;
  • Se praticam promoções frequentes ou se é algo mais esporádico;
  • Qual é a sazonalidade destas promoções?  
  • Quais ameaças eles oferecem?
  • Quais as oportunidades que o cliente pode ter em relação aos demais?
  • Quais fraquezas podem ser citadas para uma melhora futura?
  • E qual força seu cliente consegue enxergar perante aos concorrentes?

– Descrição do trabalho solicitado nessa concorrência – Neste caso é preciso ter um conhecimento de estratégia do seu cliente, pois iremos perguntar sobre os objetivos estratégicos para a empresa do mesmo, também será preciso saber quais objetivos de comunicação ele obtém ou caso não possua, como atuar perante a isso (quantos e quem atingir, o que comunicar, e respostas se deseja motivar a curto e longo prazos) 

A importância de se ter um briefing bem elaborado, faz com que todo o trabalho fique mais fácil e bem feito, dando o primeiro passo da melhor forma, os demais são consequência. 

Entretanto, se atente para não cometer alguns erros ao redigir um briefing, como por exemplo:

  • Deixar para que o cliente envie as respostas por e-mail. Sempre preencha o briefing pessoalmente ou virtualmente, pois não podemos contar sempre com a predisposição de todos. 

  • Seguir um roteiro engessado com perguntas. Todos se sentem pressionados quando são encharcados de perguntas, ainda mais em reuniões, podendo ter a chance de se sentir invadido ou até mesmo responder algumas ou não te entregar uma resposta tão clara assim.
  • Uma boa reunião de briefing é conduzida com muitas perguntas abertas, que vai te dar a chance de dar respostas qualificadas. Quanto menos respostas curtas – sim ou não, mais qualidade de informação a agência terá sobre o seu negócio e poderá trazer mais estratégias de resultado. 

Se pudéssemos enumerar os principais problemas de um briefing superficial, seriam:

  • Falta de entendimento do real problema do cliente.
  • Construção de uma proposta comercial desalinhada.
  • Falta de geração de valor no momento da apresentação da proposta.

Em um briefing superficial, geralmente ouvimos estes tipos de perguntas de forma desordenada:

  • O que você precisa melhorar?
  • O que você faz de divulgação hoje?
  • Quanto você gasta para fazer uma campanha na internet?
  • Você está satisfeito com o resultado?

Agora que você já entendeu como fazer um briefing singular, único e com conteúdo direto, você está pronto para começar – seja você um profissional de marketing ou o cliente que precisará participar de uma reunião de briefing. Lembre-se sempre de estar presente no seu cliente, o deixando mais próximo de você, isso faz com que ele se sinta confortável em trabalhar contigo, gera confiança e segurança. Conte-nos caso você tenha alguma ideia, case ou sugestão, deixe nos comentários o que achou.


A Era da Curadoria e da Segmentação no Facebook

A Era da Curadoria e da Segmentação no Facebook

A missão do Facebook é “Dar às pessoas o poder de criar comunidades e aproximar o mundo”. É com essa frase que eu gostaria de começar a explicar o porquê eu defendo que o futuro do Facebook está diretamente relacionado ao poder da curadoria que ele tem e terá cada vez mais daqui pra frente.

O Facebook já não é como era antes. Depois do queridinho Orkut – a última rede social amada por todos os brasileiros – hoje nos dividimos entre diversas redes sociais. Apesar de praticamente todo mundo manter suas contas no Facebook, já não as usamos como antes. 

Ao avaliar como usávamos o Facebook há sete, oito anos atrás, eu diria que era unânime: todos criavam conteúdo de uma mesma forma! Marcávamos pessoas para deixar recados (não havia mensagem inbox), fazíamos declarações públicas sobre assuntos que hoje são motivo para brigas e divisões, etc. Com o mundo mais polêmico e polarizado e um Facebook cheio de pessoas diferentes, ninguém mais fala o que quer (a não ser que queria perder família, clientes, amigos etc).

Hoje, a salvação do Facebook está nos grupos, também chamados de comunidades. Vários vídeos patrocinados e anúncios off-line divulgam as comunidades do Facebook, mostrando que ainda há espaço para você ser “você mesmo” no Facebook. É neste cenário que eu vou entrar na Era da Curadoria.

Experiências personalizadas

O estudo encomendado pelo Facebook mostrou que as pessoas esperam por experiências personalizadas, que não haja esforço para buscar o que cada indivíduo quer, mas que – cada vez mais – as marcas e criadores de conteúdo os encontre. Para 93% dos consumidores brasileiros, ao menos uma forma de personalização já é válida para definir uma compra futura.

O nome dessa mágica é CURADORIA, e ela não está apenas na decisão de qual conteúdo mostrar, mas também na escolha de que tipo de conteúdo criar e para quem. O Facebook diz que é por esse motivo que estão investindo em produtos que empoderem pessoas e negócios a se expressar e se conectar das diferentes formas que preferirem. 

Como o facebook está fazendo as redes e comunidades se desenvolverem?

Impulsione com o Facebook

O Impulsione com o Facebook é um programa de desenvolvimento de micro e pequenas empresas, que reúne a comunidade empreendedora para oportunidades de conexão e acesso a conteúdos que terão um impacto nos seus negócios.

Saiba mais: https://www.facebook.com/business/news/ferramentas-para-pequenos-negcios-crescerem-no-facebook

Estação Hack

A Estação Hack, no Brasil, é o primeiro centro de suporte à inovação do Facebook no mundo e um espaço para jovens adultos e empreendedores desenvolverem suas habilidades e negócios na economia digital.

Saiba mais: https://about.fb.com/br/news/2019/01/estacao-hack-do-facebook-capacita-mais-de-12-mil-brasileiros-em-um-ano-e-traz-novidades-para-2019/

InstaMarket

O InstaMarket, feira de pequenas e médias empresas do Instagram, reúne jovens empreendedores para mostrar seu processo criativo, vender produtos, participar de workshops e oferecer mentoria.

#ElaFazHistória

A iniciativa #ElaFazHistória conecta mulheres empreendedoras, com foco em fornecer ferramentas e condições para facilitar o networking, a mentoria e a construção de conexões entre as mulheres nos negócios.

Saiba mais: https://www.facebook.com/elafazhistoria/

Talvez você não tenha percebido, mas o que o Facebook está fazendo é transformar as pequenas comunidades em produtos e estratégias para manter as pessoas dentro da rede social, e pensar no Facebook como uma ferramenta macro, e não uma mera rede social para estar.

Como aproveitar esta mesma proposta de Curadoria para sua marca?

O primeiro ponto é olhar para dentro da sua empresa e avaliar onde pequenas comunidades estão sendo criadas mesmo sem a sua orientação ou supervisão enquanto marca. Perceba: elas podem ser os primeiros fomentadores do seu negócio. 

Um bom exemplo é o que a Antix faz. Os apaixonados por ela se reúnem, com ou sem a companhia da empresa, para se aproximarem, pois têm um mesmo objetivo em comum: a marca. 

Imagina se você consegue aproveitar a conversa que está rolando sobre você, trazer a responsabilidade para dentro da sua empresa e começar a transformar sua marca em pequenas comunidades? 

Conta pra gente: você conhece outras empresas que estão criando pequenas comunidades por aí e usando as mídias para conectá-las? 


Contrato assinado: como a OCA criou um processo para novos clientes na agência

Contrato assinado: como a OCA criou um processo para novos clientes na agência

Depois de negociar durante alguns dias (ou semanas), o cliente decide assinar o contrato de prestação de serviços. Conquistar uma nova conta sempre eleva o moral na agência, junto com este sentimento vem a responsabilidade de fazer o melhor para o cliente entrante  sem deixar a peteca cair com as demais contas que estão conosco há alguns anos.

Por falar em assinar contrato, gostaria de dedicar este parágrafo à equipe da Clicksign. Antigamente era necessário imprimir contratos com várias páginas e suas inúmeras cópias todos os anos (isso sempre me deixava chateado), queremos ajudar nosso planeta e sabemos que pequenos gestos como esses fazem a diferença. Agora podemos assinar contratos digitalmente com a mesma segurança legal que as antigas folhas de papel que eram carimbadas, rubricadas e assinadas a caneta.

Antes da assinatura do contrato, o cliente já havia conversado com o time de atendimento e esses profissionais compartilham as dores dele com a equipe de planejamento estratégico. Na sequência é traçado um plano de ação baseado na verba que o cliente tem disponível (budget), as ações que implementou nos últimos meses e anos, peculiaridades do mercado em que atua, principais concorrentes e especialmente qual o perfil da sua persona (público-alvo). 

Abastecidos de todas essas informações, partimos para a criação do cronograma de ações estratégicas que serão implementadas nos primeiros seis meses do primeiro ano de contrato (isso mesmo, nossos contratos são anuais). Casa profissional da agência é fundamental para que esse cronograma seja seguido à risca, utilizamos o Trello para programar cada um dos jobs, além de um painel físico de Kanban na parede do escritório e reuniões semanais com todo o time.

Os projetos são executados em várias “camadas” ao mesmo tempo, não podemos nos dar ao luxo de terminar uma tarefa para posteriormente começar a pensar em outra. Enquanto alguns da agência estão trabalhando no marketing de conteúdo, outros estão desenvolvendo o novo visual de comunicação da marca nos meios digitais e um time está planejando as ações futuras de médio a longo prazo. Veja o calendário que desenvolvemos todos os anos e disponibilizamos aos nossos clientes e leads.

Mais importante do que planejar e executar é acompanhar mensalmente os resultados de cada uma das ações que foram implementadas. Da mesma maneira que um capitão olha sua bússola constantemente para conduzir o navio até o destino que foi definido, nós avaliamos as métricas e fazemos os ajustes necessários para alcançar o objetivo que foi proposto ao cliente no momento em que apresentamos a proposta de serviço.

A cada ano que os clientes renovam seus contratos conosco, percebemos que os resultados se tornam mais expressivos e o sentimento de dever cumprido se reflete no sucesso de cada conta atendida. Passamos a fazer parte da empresa que nos contratou e criamos uma sinergia que é alimentada pela confiança, respeito e principalmente, a comprovação do Retorno Sobre o Investimento (ROI). 

Que venham novos contratos e juntos com eles a certeza de que estamos no caminho certo, dedicando boa parte das nossas vidas para fazer o sucesso dos nossos clientes ser a nossa maior conquista!

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