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Como lidar e motivar um profissional criativo?

Como lidar e motivar um profissional criativo?

Dentro de uma organização é comum existir times onde a criatividade impera. Cada vez mais comuns, eles geralmente são formados por profissionais que antecipam tendências, procuram desenvolver projetos e processos originais, e estão em constante consumo de diferentes fontes de informação.

Estes profissionais, sejam os criativos de uma agência de marketing digital ou quem trabalha em outros segmentos de empresa, cujo foco é a resolução de problemas através de metodologias ágeis, por exemplo, são continuamente confrontados pelo sistema engessado de trabalho, muito comum em empresas tradicionais.

Mesmo que as organizações se mostrem sempre aptas a adotar o estilo de um funcionário criativo, muitas delas ainda não sabem como motivar e continuar extraindo o melhor da criatividade de profissionais que a usam. Sendo assim, hoje falaremos como as empresas podem entender o perfil profissional destas pessoas e usar isso a seu favor, para o trabalho continue sempre prosperando.

#Dica 1 – Alinhe as expectativas

Profissionais criativos tem a má fama de viverem em um mundo paralelo à realidade, uma vez que vivem imaginando formas de transformar o mundo, projetos para a vida pessoal e sua forma de trabalho. Alinhar a expectativa e objetivos podem ajudar a não criar atrito dentro dos processos. Pessoas com a criatividade aguçada, muitas vezes são multifocais, o que significa que elas fazem diversas tarefas ao mesmo tempo. Um bom alinhamento garante que, mesmo que existam tarefas e ideias aparecendo no caminho da mente criativa, o objetivo final estará sempre claro.

#Dica 2 – Determine prioridades e prazos

Um grande problema que pode aparecer durante algum projeto são as tarefas que acabam esquecidas ou deixadas para outro momento, de acordo com a complexidade do trabalho. Mesmo que consigam executar todas as tarefas perfeitamente, profissionais criativos não conseguem lidar muito bem com o fato de terem deixado para trás algo importante, justamente por apresentarem um perfil perfeccionista. É importante aqui determinar as prioridades e principalmente as datas de entrega, para que ele desenvolva o trabalho como se fosse um checklist, onde as tarefas prioritárias vão sendo executadas, antes daquelas menos importantes.

#Dica 3 – Entenda o perfil de cada profissional

Sendo este um dos assuntos mais importante deste texto, é preciso entender como o profissional atua. Geralmente (não em todos os casos), uma pessoa criativa dificilmente consegue ficar satisfeita com o trabalho exercido. Mentes criativas são, em boa parte dos casos, inquietas, vorazes e inconformadas. Sabendo disso, muitos profissionais podem apresentar perfis mais introspectivos, devido aos pensamentos internos, isolados quando focados nas tarefas; perfeccionistas, onde querem que tudo saia correto e certinho; e, uma das características que incomodam as instituições: podem parecer egocêntricos e arrogantes, uma vez que os trabalhos desenvolvidos por eles são sempre os melhores e, quase sempre, uma pitada de opinião alheia pode fazer com que eles fiquem ofendidos.

O que acontece aqui é justamente a questão do profissional estar sempre inseguro em relação ao seu trabalho, uma vez que trabalhos criativos não têm apenas um significado, muito menos uma única forma de ser executado. Assim como a percepção em relação ao que consumimos na cultura (pinturas, cinema, música etc.), as ideias podem ser interpretadas de inúmeras formas. E uma ideia produzida por um profissional pode criar dúvidas, tanto em sua cabeça, quanto na de quem está aprovando o trabalho.

A melhor maneira de entender este profissional e saber lidar com o seu perfil é deixá-lo livre para criar e pedir para que ele explique qual foi o raciocínio para desenvolver determinada solução, permitindo, sem julgamentos que ele mostre o que pensou quando concebeu a ideia e quais significados explícitos e implícitos estão ali. Isso o deixará mais seguro de seu trabalho, fará com que a comunicação fique menos introspectiva, dando abertura às críticas construtivas.

#Dica 4 – Estimule a criatividade dentro e fora do trabalho

As melhores fontes de conteúdo para uma pessoa criativa estão em atividades feitas fora do trabalho. Mesmo que existam formas de se aprender algo novo dentro da organização, é na hora do lazer e ócio que os melhores insights aparecem. E os criativos conseguem aproveitar quase que 100% das suas ideias, quando voltam para o trabalho. Estimular o seu colaborador a ir ao cinema ou que ele procure novas músicas para escutar durante o trabalho, pode ser um caminho de muito aprendizado. E que ele saia do conforto também, procurando fontes de inspiração que saiam do seu repertório.

#Dica 5 – Aposte em treinamentos

Uma das coisas mais legais que você pode fazer por um funcionário criativo, é incentivá-lo a se aperfeiçoar, seja nas habilidades que já tem, seja em outras novas. Assim como a parte de consumo cultural, um criativo necessita de fontes de informações variadas, ainda mais aquelas que o ensinam a melhorar a maneira de como o seu trabalho é feito. Então, apostar em cursos, palestras e workshops, possa ajudá-lo a renovar os conhecimentos e atribuí-los em sua organização. Você pode sugerir para que o seu colaborador se envolva em temas como Design Thinking, Metodologias Ágeis, e outros cursos relacionados ao aprimoramento do trabalho exercido. 

#Dica 6 – Desafie-o

Por terem mentes cada vez mais necessitadas de coisas novas, profissionais criativos precisam sempre ser motivados pelo desafio de pensar em soluções novas. O comodismo irrita uma mente criativa, e os fazem pensar que o seu trabalho ali já não é suficiente ou que estão deixando a desejar, quando as tarefas caem na rotina. O melhor a se fazer é propor coisas novas, tarefas que os façam dedicar tempo para executá-las, além de aguçar ainda mais os gatilhos mentais criativos, para que a solução saia única.

Atuar com um profissional criativo dentro de sua organização pode parecer um tanto quanto complexo, mas acredite: a criatividade não atua no comum. Fazer com que estes profissionais se sintam motivados a engajar mais com a sua empresa, faz com que você crie não apenas pessoas com interesse exclusivamente financeiro, mas profissionais que vestirão completamente a camisa da sua empresa.

Identidade Visual: Por que mudar?

Identidade Visual: Por que mudar?

Imagine o seguinte cenário: você está andando por uma rua movimentada, cheia de pessoas com os mais diversos perfis. Algumas mais bem vestidas, outras com estilos diferenciados, e aquelas que parecem ter esquecido de acompanhar as tendências e preferiram continuar em seu estilo clássico de sempre. 

Esta metáfora é extremamente necessária para o começarmos esse post. Assim como pessoas, que constroem sua personalidade ao longo do tempo e, na maioria das vezes, refletem isso na sua forma de vestir, as marcas também estão envoltas de uma identidade. Manter a identidade da marca se comunicando com o público-alvo, vai definir se uma empresa continuará sendo lembrada ou se cairá no esquecimento.

Como foi mencionado no parágrafo anterior, as empresas precisam ter uma personalidade, o que chamamos no Design de Identidade Visual. A identidade visual é, de fato, um vestuário, uma forma das empresas estarem presentes na memória dos consumidores. E para se manter como algo memorável, é preciso mais do que existir: é preciso se reinventar, de tempos em tempos. 

E se reinventar não está ligado diretamente à uma mudança drástica de identidade, o que acarretaria um alto custo financeiro e um trabalho muito árduo para inserir uma nova roupagem perante os consumidores. A mudança de identidade pode começar sutilmente, em materiais e projetos menores, como nas mídias sociais, por exemplo. Nesses canais, o fluxo de conteúdo é maior em relação a outras áreas de comunicação de uma empresa, o formato, bem como o seu visual, podem (e devem!) mudar frequentemente.

A repaginada é necessária para que o consumidor não se canse de ver sempre um mesmo estilo de comunicação da marca. É preciso frisar aqui que não é necessário mudar os valores e o propósito da empresa, quando uma nova identidade é posta em prática. Esses pilares continuam intactos, a não ser que a marca precise e/ou julgue necessária a mudança. A nova identidade vem para agregar novos aspectos à marca, possibilitando a diferenciação dos conteúdos, bem como a linguagem da marca com o seu público, além de demonstrar profundo interesse em reinventar-se. Isso faz com que público e empresa se aproximem cada vez mais, uma vez que a marca se mostra interessada em sempre manter-se atual. 

Recentemente, no episódio #027 do OCACAST, nós abordamos esse tema e conversamos sobre a importância de mudar a comunicação da sua marca. Aqui embaixo, você confere o episódio na íntegra.

Além disso, no mês de Janeiro, nós mudamos (mesmo que sutilmente), a identidade visual da OCA COMUNICA. Começamos pelo logotipo, que agora adota uma família tipográfica mais encorpada (em relação ao logotipo anterior, que continha uma tipografia mais fina e reta), além de um espaço vazio (técnica do Design que chamamos de Gestalt, quando áreas vazias formam outros objetos, causando uma ilusão visual em nosso cérebro) dentro da letra C, formando um balão de comunicação. Os layouts das redes sociais, bem como as capas das postagens do blog da OCA também mudaram, adotando um design mais sofisticado, maduro e atual, pensados sempre em traduzir os conteúdos que produzimos. 

Gostou deste texto? Então deixe seus comentários nas nossas redes sociais. Também, se tiver alguma dúvida, você pode entrar em contato conosco, pelos nossos canais. 

Marketing e Representatividade em eventos como o Rock in Rio

Marketing e Representatividade em eventos como o Rock in Rio

O Brasil e o mundo estão repletos de eventos, abordando os mais diversos assuntos, com objetivos que muitas vezes se parecem: o de conectar pessoas com um ideal. O Rock in Rio não é diferente e, no post de hoje, nós (Gisela e Giovanni) vamos falar um pouco sobre a capacidade que eventos como este têm em implantar uma ideia, promover um estilo de vida e, claro, conectar pessoas com suas marcas. 

O Rock in Rio já é famoso há muitos anos como um festival de música. Porém, com o passar das edições, este evento vem assumindo um papel de responsabilidade social, ambiental e cultural, trazendo questões atuais, importantes e às vezes até polêmicas para a sociedade. Este posicionamento pode parecer controverso, afinal, por que um festival de música precisa assumir pautas de representatividade, diversidade, sustentabilidade, etc? 

Falamos deste assunto há algum tempo em nosso podcast, o OCACAST #008 – Como desenvolver uma boa reputação para sua empresa , e também no OCACAST #006 – Tratar ou não tratar de pautas polêmicas . Nestes dois episódios, demos uma introdução para algumas dessas pautas citadas acima, que as empresas acabam assumindo por (pelo menos) dois motivos: ganhar relevância, aparecer nas notícias e vender para um determinado público ou, o segundo e mais nobre motivo, acreditar que determinada pauta é importante e merece ser abordada com respeito. 

Essa é uma linha muito tênue, e é necessário extremo cuidado para lidar com assuntos polêmicos. Aliás, nosso podcast é excelente para você, empreendedor, decidir se vale ou não vale a pena assumir o risco. 

Agora, voltando para o Rock in Rio, vamos fazer um complemento do que discutimos no OCACAST #018 – Nosso olhar marqueteiro no Rock In Rio (que você pode ouvir clicando no player abaixo):


Pensando que o Rock In Rio é, na sua essência, um festival de música e que atrai cerca de 700 mil pessoas em suas edições, todas as estratégias criadas dentro do espaço do evento precisam ser pensadas, para que tenha um impacto significativo no público. 

Como dito no episódio, a proposta do festival vai além de ofertar música para os fãs: é uma vitrine para as marcas mostrarem o que podem fazer pela sociedade, pelo meio-ambiente, de uma forma inesperada e memorável. Além dos patrocinadores-chefe que optam por inundar o festival com seus logotipos em peças-chave do local (como a Tirolesa patrocinada pela Heineken e quase todos os espaços de descanso, mantidos pelo Itaú), outras empresas aproveitaram o evento para, cada vez mais, ficarem presentes nas lembranças e nas considerações de compra do público. 

Por todo o evento era possível ver vendedores ambulantes, com mochilas que carregavam os produtos das marcas patrocinadoras do evento. A mobilidade aqui, era precisa, visto que as filas para acessar bares e restaurante eram razoavelmente grandes. E não foi apenas nessa parte de mobilidade que o festival apostou em alternativas para atender o público. 

Outras marcas que patrocinaram o festival, como a Doritos, deixaram o seu nome gravado na edição de 2019. Com 3 tipos diferentes de ativações, a marca destacou-se por aquela que atendia pessoas com deficiência, oferecendo cadeira de rodas e objetos que ajudassem o caminho pelo evento, mais fácil. Além disso, no seu stand principal, localizado ao lado do Palco Mundo, a marca promoveu a inclusão da diversidade, focada nos LGBTs, por meio de uma brincadeira em que, no final, os participantes ganhavam brindes nas cores da bandeira LGBT. 

Na questão social e ambiental, a Natura trouxe para o evento a maior instalação, com a proposta de conscientizar a população que o nosso tempo aqui é finito e que, se não houver uma consciência em relação ao meio-ambiente, este tempo pode acabar rapidamente. O espaço, que transformou o velódromo utilizado nas Olimpíadas de 2016, trazia dois tipos de imersão: na pista, pessoas ficavam dispostas em relevos espalhados pelo cenário, também composto por pedras gigantes; na arquibancada, os presentes assistiam as projeções que representavam todas as eras que a Terra já vivenciara e o que ainda está por vir. 

Além disso, ainda voltada para a questão ambiental e em como o evento pode contribuir para um mundo melhor, a Natura se juntou a Heineken, para que as duas empresas reciclassem todo o lixo do festival. Essa iniciativa, apesar de se excelente para reaproveitar os resíduos utilizados pelo público, foi visto com maus olhos, e chamado por alguns de “green money”. Essa situação acontece quando empresas tentam ganhar destaque e seguidores, através de ações importantes para a sociedade mas que, no fundo, apenas visam o lucro em cima dos consumidores. Como dito no começo deste texto, a linha que divide o certo e errado em uma situação polêmica, pode comprometer a situação de uma empresa e, acima de tudo, a sua reputação. 

Você notou como os anunciantes se envolveram em uma determinada “causa”, e que todas elas fazem conexão com o objetivo do Rock In Rio: “por um mundo melhor”. Esse mundo melhor precisa do envolvimento de pessoas e empresas, e também de movimentos que criam essa conexão. Sua empresa está pronta para se conectar com seu cliente através de um mesmo propósito? 


Diversidade: boas práticas para a sua empresa

Diversidade: boas práticas para a sua empresa

Entenda como e por quais motivos você pode diversificar o seu time

Estamos no ano de 2019, faltando 4 meses para 2020. Hoje, assuntos sociais voltados para a inclusão de pessoas que, por muito tempo, ficaram marginalizadas pelo restante da população, estão cada vez mais recorrentes. Por todos os lados, as causas sociais se fortalecem e, principalmente no meio corporativo, é preciso prestar atenção se o seu time contém pessoas diferentes, trabalhando juntas. 

O assunto é tão importante para o futuro da sociedade e do sucesso da empresas que gravamos um episódio do nosso OCACast sobre este assunto (você pode ouvir clicando aqui ou ao final desta postagem). Nosso intuito é ensinar as empresas que pretendem diversificar os perfis de seus funcionários e que não sabem como iniciar essa jornada. Por isso, nós escrevemos esta matéria elencando alguns tópicos que podem te ajudar nesse assunto. Abaixo, apresentamos alguns assuntos que podem ser importantes na hora de contratar novas pessoas. Vamos lá?

  • Equipe diversa pensa diferente!

Imagine que você resolva chamar a sua equipe para solucionar um problema e todas as soluções forem iguais, monótonas e suscetíveis a erros. Não é um bom caminho a se seguir, certo? Quanto mais pessoas iguais dentro de uma mesma equipe, a solução do problema pode não ser dos melhores. 

Por isso, pensar em uma equipe com perfis diferentes entre si, é um bom caminho a seguir, uma vez que cabeças diferentes pensam e agem de formas diferentes. Ter pontos de vista que se divergem pode trazer questionamentos amplos sobre um desafio e agregar resultados surpreendentes.  

  • Contrate pela competência, não pela aparência

Muitas pessoas diferentes enfrentam problemas em contratações nas empresas, porque muitos líderes estão presos a estereótipos (raciais, de sexualidade, de gênero, etc)  que não devem ser levados em conta, quando a pretensão é contratar perfis diferentes. Hoje em dia, existem políticas internas em várias empresas para adquirir funcionários que possuem alguma deficiência, seja ela qual for, mas o mesmo não se aplica a pessoas de diferentes etnias, mulheres, lgbts, etc. 

Contratar pessoas apenas por uma obrigação mercadológica e suavidades fiscais pode não ser uma tomada de decisão estratégica, visto que o que está em jogo neste caso é algo puramente financeiro. Apostar em pessoas que compreendam outros tipos de perfil social e estilo de vida, contribui para que a empresa fique cada vez mais humana. Como o próprio tópico aqui diz, contrate alguém pela sua capacidade técnica, uma vez que o intelectual não está ligado à aparência física. 

Sabia que algumas empresas optam por iniciar sua avaliação de currículos “às cegas”? Isso significa que o RH não vai receber o nome, o sexo, a idade, o local onde mora, etc. Apenas avaliará as competências daquele perfil. Esse exercício é excelente para avaliar qual é o peso de algumas variáveis que não estão relacionadas a capacidade técnica de um profissional.

Você já deixou de chamar alguém para uma entrevista só porque ele morava longe, ou porque você buscava uma pessoa de uma determinada idade e o currículo que chegou era diferente? Vale a pena pensar a respeito.

  • Mulheres, pessoas de outras etnias e lgbts

É muito comum o quadro de funcionários de várias empresas ter, majoritariamente, homens trabalhando – principalmente em cargos de chefia. Se sua empresa está com uma configuração parecida com essa, porque não rever como você está contratando seus funcionários?

Historicamente falando, grupo sociais como o das mulheres, de pessoas de diferentes cores (como os negros e asiáticos, por exemplo), e lgbts, são frequentemente marginalizados, sendo desconsiderados na hora de empresas dizerem o “sim” para a contratação. É difícil encontrar mulheres em cargos de destaque, simplesmente por empresas não apostarem no real potencial da funcionária, acreditando que interferências sociais e biológicas possam interferir em sua carreira, como uma gravidez, por exemplo. 

O mesmo acontece com os outros grupo, que acabam sendo discriminados e não aceitos por serem considerados inferiores (ainda!) e que tenham estilos de vida diferentes do considerado comum.

Adotar políticas que agreguem essas pessoas dentro da sua empresa, causará uma visibilidade maior perante a sociedade, uma vez que você estará mostrando que a sua empresa se importa com a parte humana dos seus funcionários, num todo. 

  • Equipe mais humana, voltada ao público final

Uma equipe diversa tende a construir histórias diferentes e ricas e, consequentemente, compartilhar experiências de vida, que ajudam a construir um funcionário como ser humano. Esta parte é fundamental pois, uma equipe mais humana acaba transformando a realidade de uma empresa na hora de atender os clientes finais. 

Em muitos casos, principalmente em empresas que lidam diretamente com a comunidade, ter um relacionamento que entenda o problema que ele está passando, pode ser um trunfo quando o assunto for a conquista de um fã da marca. Ter um uma equipe de atendimento que saiba sobre o que o cliente está lidando, por já terem uma vivência parecida ou pelas experiências dos colegas de equipe que passaram pelo mesmo, ajuda na eficiência na resolução do problema abordado. 

  • Equipe mais forte para enfrentar possíveis crises

Por último e não menos importante, ter uma equipe diversificada ajuda (e muito) quando um problema de maior proporção, aparecer. Como falado num dos tópicos anteriores, ter mentes diferentes para achar a solução de algo pode prevenir possíveis erros e achar saídas para uma crise de forma mais eficiente que mentes iguais juntas. 

Para finalizar, este texto tem o intuito de promover contratações mais amistosas e autênticas, visando principalmente na manutenção de pessoas que ainda sofrem com a não inclusão de suas particularidades. Se você, como alguém na liderança de uma empresa conseguir aplicar algum destes tópicos aqui apresentados, verá o quão humano o seu time ficará e poderá, assim, contribuir para uma sociedade melhor, empática e preocupada com o bem-estar de todos. 

Também, como mostramos ali no comecinho do texto, você também pode continuar sabendo mais sobre o assunto no nosso OCACast #11, onde abordamos o assunto “Diversidade” com mais profundidade. Você pode ouvir o episódio, clicando no player abaixo!




Blogando – Treinamentos de marketing digital

Blogando – Treinamentos de marketing digital

Nosso time esteve em peso em mais um treinamento da Resultados Digitais

Mais um treinamento para a nossa conta! É esse o sentimento que eu – Giovanni – e Renata, pudemos sentir depois de participar do #Bootcamp09, da Resultados Digitais, nosso parceiro (sensacional) de Inbound Marketing. Como sempre, todo o esforço que tivemos para chegar até o evento (sim, levantamos 6 horas da manhã para podermos estar em São Paulo às 9 horas, horário do evento) e nos mantermos atenciosos à enxurrada de conteúdo que nos atingiu, foi gratificante quando, finalmente, chegamos ao final do dia.

As experiências porém, minha e da Renata, foram diferentes. Eu, como já estou inserido no mercado de Inbound Marketing desde 2017, quando assinamos o contrato com a Resultados Digitais, tenho mais vivência com a ferramenta e, mesmo que complexos, com os termos relacionados a essa serviço. Então, tomando isso como ponto de partida, isso me deixou muito contente em saber onde o meu eu profissional está e saber que, em todas as palestras ali apresentadas, o entendimento que eu tinha sobre a plataforma e o serviço, de fato, era concreto. 

Dentre os termos técnicos, tivemos várias pinceladas sobre o Sucesso do Cliente junto ao Inbound Marketing, assim como os erros e acertos comuns que temos, quando todos ali presentes no auditório compartilharam suas experiências diárias em suas agências. Além disso, duas palestras me deixaram com mais brilho nos olhos: 

  • Do Nubank, ministrada pelo Bruno Giacomelli, onde os temas abordados foram a estrutura da equipe do banco, voltada especialmente para oferecer o melhor atendimento para o cliente final. Lá, qualquer pessoa acionada para resolver um problema, tem a autonomia para resolvê-los, e isso é algo que cada vez mais está sendo estruturado aqui na OCA Comunica. 
  • E a palestra final, da Débora Brauhardt, da empresa Vittude, que abordou um tema MUITO importante, que poucos eventos divulgam como pauta: a saúde mental dentro do ambiente de trabalho. Esse é um tema recorrente em todas as empresas hoje em dia, mas que poucos conversam sobre e se propõem a solucionar, pensando na questão humana do trabalho. 

No fim do dia, eu me senti realizado. Consegui enxergar em cada uma das palestras, o quanto eu cresci nesses 3 anos de OCA, e o quanto a minha experiência em Inbound Marketing me preparou para atender e entender melhor os clientes que temos hoje e que ainda virão. 

Deixo então, a partir deste ponto, para que a Renata escreva sobre a sua experiência, como iniciante nos eventos da Resultados Digitais e que, com toda certeza, vai poder um dia se orgulhar do seu desenvolvimento, como eu hoje me sinto. 

“Foi meu primeiro Bootcamp e só tenho coisas incríveis para dizer. Sou iniciante no mundo publicitário, então, em alguns momentos fiquei um pouco perdida, com siglas e palavras que até então eu não conhecia. Mas tudo isso só me acrescentou ainda mais. Todos os palestrantes e equipe do RD estavam dispostos a ajudar e isso foi um ponto muito importante para tudo fluir do melhor jeito possível.
Em todas as palestras, algo me marcou, me fazendo pensar em como poderia aplicar no meu dia e dia para conduzir da melhor forma dentro da agência e no meu caso, na faculdade também. Na primeira palestra, o Eduardo (da agência Diwe) fez duas perguntas que me fizeram refletir muito em cima delas: “Qual foi a última vez que você fez algo diferente?” e “O que falta para você começar hoje?”. Como crio conteúdo aqui na agência, às vezes tenho a sensação de cair em um “looping” e não conseguir inovar nos textos, precisando pesquisar muito e me atualizar sobre diversos assuntos, para não cair nesse “looping”. A pergunta dele me fez pensar que posso abrir ainda mais minha visão para o que acontece ao meu redor e assim captar, cada dia mais, ideias novas que vão além da minha visão do dia a dia.
Sobre as outras palestras vou falar um pouco melhor nos próximos episódios do OCACAST, pois encaixam SUPER na nossa programação e sinto que falando, vou expressar melhor o quanto amei poder fazer parte desse treinamento.”

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