O remédio amargo do marketing digital

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O remédio mais amargo é aquele que você não toma.

Chegou o dia da sua consulta médica, aquela indisposição estomacal tem incomodado bastante nas últimas semanas. Ao chegar no consultório você explica os sintomas para a doutora e ela pede alguns exames. 

Depois de alguns dias, você retorna ao consultório e mostra os exames para a sua médica, ela avalia e receita alguns remédios e uma reeducação alimentar. Você sai do consultório e vai até uma farmácia para comprar os remédios e começa a fazer uma alimentação mais saudável no mesmo dia.

No final da terceira semana você decide por conta própria parar com os remédios, afinal, já se sente melhor e acredita que não precisa mais deles. Volta a comer junk food e para piorar começa a dormir menos horas por dia. Qual será o resultado dessas decisões?

Este tipo de atitude é o mesmo que algumas empresas apresentam depois de contratarem os serviços de uma agência digital. Elas chegam reclamando de suas dores, são avaliadas pelos profissionais, recebem um diagnóstico e uma “receita”. Contrato fechado, é hora de começar a tratar do “paciente”. O primeiro passo é apresentar o escopo do projeto e detalhar cada uma das fases.

As semanas vão passando e o cliente começa a tomar decisões que conflitam com o escopo do projeto, algumas delas são as mesmas que o fizeram começar a sentir “fortes dores” e procurar um “médico”. Seus argumentos são de que eles entendem de seus negócios e sabem o que é preciso fazer para que suas empresas estejam entre as melhores nos segmentos em que atuam. 

Nesse momento é preciso ter uma conversa franca com o cliente e expor que as suas atitudes não estão alinhadas com o plano que foi traçado pelos especialistas da agência e que seguir neste caminho será prejudicial para a empresa. Caso ele decida continuar alterando algumas partes do projeto, deve estar ciente que a “receita” foi alterada e que o “médico” não poderá ser responsabilizado pelo que vai acontecer.

Desde pequeno aprendemos que alguns remédios são amargos – eu costumava me esconder da minha mãe para não tomar alguns deles – mas também aprendemos que eles nos fazem ficar melhor e assim podemos “voltar a brincar com nossos amigos.”

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