Motive seus funcionários durante a quarentena
Por conta da pandemia do novo Coronavírus (COVID-19), muitas empresas brasileiras passaram a autorizar seus funcionários a fazer Home Office, mas muitas não estavam preparadas para um momento igual a este.
Não é segredo para ninguém que trabalhar de casa exige muita disciplina e uma adaptação na sua rotina. Sabendo disso, estamos criando alguns conteúdos para o Blog, o OCACAST e as nossas redes sociais, para ajudar a você e sua empresa.
Uma das principais atitudes que devemos colocar em prática, por mais difícil que seja, é não perder a vontade de criar e fazer coisas novas. Esse é o momento de mostrar a sua criatividade e oferecer produtos e serviços que realmente ajudem o seu consumidor, mesmo se a sua empresa estiver sendo afetada. Não desista!
Para sua equipe continuar produzindo com a melhor qualidade possível durante a quarentena, separei alguns tópicos que vão te ajudar a organizar melhor os processos:
* Reuniões Virtuais
Continue a comunicação com a sua equipe fazendo reuniões virtuais. Hoje em dia temos muitas plataformas para isso, como:
– Skype
– Hangouts
– Zoom
– Google Meets
– Discord
* Organização
Organização é essencial para um trabalho fluir bem e também existem infinitas plataformas para você e sua equipe se organizarem sem perderem o “pique” do dia a dia:
– Trello – para criar painéis compartilhados com divisões de tarefas, por exemplo.
– Google Agenda – para marcar compromissos, convidar seu time para participar de reuniões.
– Slack – crie projetos e reúna as discussões sobre eles dentro de cada projeto, substituindo longas trocas de e-mail para decidir detalhes da execução e planejamento.
– Asana – distribua tarefas e reúna funcionalidades do Slack e do Trello em uma ferramenta só.
– Planilhas e Docs do Google – trabalhe de forma colaborativa em planilhas e documentos, sem necessidade de enviar diversos arquivos por e-mail, facilitando a aprovação de conteúdo.
* Aulas e Cursos Online
É muito importante que os seus funcionários continuem com a vontade de aprender coisas novas, agora é o momento de incentivá-los! Além de tirar o foco das notícias ruins, conhecimento nunca é demais. ,
– Hotmart (https://www.hotmart.com/pt-BR)
– Udemy (https://www.udemy.com/)
– Profes (https://profes.com.br/)
– Super Prof (https://www.superprof.com.br/)
– Corujito (https://www.corujito.com/)
– Rock Content (https://rockcontent.com/)
* Confie no Marketing
O marketing – principalmente o digital – é solução para alcançar as pessoas que agora ficarão muito tempo em casa. O papel estratégico do marketing digital é essencial, justamente por oferecer soluções que não dependem de atendimento físico e que pode garantir automações de marketing para facilitar a comunicação entre você e seu cliente.
* Pratique ideias diferentes
Faça um brainstorm com sua equipe desenvolva ideias diferentes e inovadoras para a sua empresa. Por exemplo: Uma academia não pode continuar aberta, mas que tal os professores preparem uma série de vídeos, produzirem stories e postagens com treinos diários para as pessoas não perderem a vontade de se exercitar durante a quarentena. Ou, se você oferece um serviço que depende do colaborador estar em contato direto com o cliente, de que forma é possível entregar parte do serviço de forma remota (através de uma consultoria, por exemplo), ou até mesmo da venda de produtos que normalmente seriam utilizados na prestação do serviço.
Vale lembrar que é preciso de muita paciência e empatia em momentos como este. Qualquer processo de mudança de trabalho exige um tempo de adaptação e terá desafios inesperados. Lembre-se que todos estamos juntos nessa fase!
Para finalizar, eu e a Gisela vamos começar a fazer lives semanais para falar mais sobre cada um desses tópicos lá no Instagram da OCA (@ocacomunica). E caso você não consiga acompanhar a live, poderá tanto conferi-la em nossos canais posteriormente, quanto acompanhar as dicas no OCACAST, pelo Spotify e pelo Youtube.
Como lidar e motivar um profissional criativo?
Dentro de uma organização é comum existir times onde a criatividade impera. Cada vez mais comuns, eles geralmente são formados por profissionais que antecipam tendências, procuram desenvolver projetos e processos originais, e estão em constante consumo de diferentes fontes de informação.
Estes profissionais, sejam os criativos de uma agência de marketing digital ou quem trabalha em outros segmentos de empresa, cujo foco é a resolução de problemas através de metodologias ágeis, por exemplo, são continuamente confrontados pelo sistema engessado de trabalho, muito comum em empresas tradicionais.
Mesmo que as organizações se mostrem sempre aptas a adotar o estilo de um funcionário criativo, muitas delas ainda não sabem como motivar e continuar extraindo o melhor da criatividade de profissionais que a usam. Sendo assim, hoje falaremos como as empresas podem entender o perfil profissional destas pessoas e usar isso a seu favor, para o trabalho continue sempre prosperando.
#Dica 1 – Alinhe as expectativas
Profissionais criativos tem a má fama de viverem em um mundo paralelo à realidade, uma vez que vivem imaginando formas de transformar o mundo, projetos para a vida pessoal e sua forma de trabalho. Alinhar a expectativa e objetivos podem ajudar a não criar atrito dentro dos processos. Pessoas com a criatividade aguçada, muitas vezes são multifocais, o que significa que elas fazem diversas tarefas ao mesmo tempo. Um bom alinhamento garante que, mesmo que existam tarefas e ideias aparecendo no caminho da mente criativa, o objetivo final estará sempre claro.
#Dica 2 – Determine prioridades e prazos
Um grande problema que pode aparecer durante algum projeto são as tarefas que acabam esquecidas ou deixadas para outro momento, de acordo com a complexidade do trabalho. Mesmo que consigam executar todas as tarefas perfeitamente, profissionais criativos não conseguem lidar muito bem com o fato de terem deixado para trás algo importante, justamente por apresentarem um perfil perfeccionista. É importante aqui determinar as prioridades e principalmente as datas de entrega, para que ele desenvolva o trabalho como se fosse um checklist, onde as tarefas prioritárias vão sendo executadas, antes daquelas menos importantes.
#Dica 3 – Entenda o perfil de cada profissional
Sendo este um dos assuntos mais importante deste texto, é preciso entender como o profissional atua. Geralmente (não em todos os casos), uma pessoa criativa dificilmente consegue ficar satisfeita com o trabalho exercido. Mentes criativas são, em boa parte dos casos, inquietas, vorazes e inconformadas. Sabendo disso, muitos profissionais podem apresentar perfis mais introspectivos, devido aos pensamentos internos, isolados quando focados nas tarefas; perfeccionistas, onde querem que tudo saia correto e certinho; e, uma das características que incomodam as instituições: podem parecer egocêntricos e arrogantes, uma vez que os trabalhos desenvolvidos por eles são sempre os melhores e, quase sempre, uma pitada de opinião alheia pode fazer com que eles fiquem ofendidos.
O que acontece aqui é justamente a questão do profissional estar sempre inseguro em relação ao seu trabalho, uma vez que trabalhos criativos não têm apenas um significado, muito menos uma única forma de ser executado. Assim como a percepção em relação ao que consumimos na cultura (pinturas, cinema, música etc.), as ideias podem ser interpretadas de inúmeras formas. E uma ideia produzida por um profissional pode criar dúvidas, tanto em sua cabeça, quanto na de quem está aprovando o trabalho.
A melhor maneira de entender este profissional e saber lidar com o seu perfil é deixá-lo livre para criar e pedir para que ele explique qual foi o raciocínio para desenvolver determinada solução, permitindo, sem julgamentos que ele mostre o que pensou quando concebeu a ideia e quais significados explícitos e implícitos estão ali. Isso o deixará mais seguro de seu trabalho, fará com que a comunicação fique menos introspectiva, dando abertura às críticas construtivas.
#Dica 4 – Estimule a criatividade dentro e fora do trabalho
As melhores fontes de conteúdo para uma pessoa criativa estão em atividades feitas fora do trabalho. Mesmo que existam formas de se aprender algo novo dentro da organização, é na hora do lazer e ócio que os melhores insights aparecem. E os criativos conseguem aproveitar quase que 100% das suas ideias, quando voltam para o trabalho. Estimular o seu colaborador a ir ao cinema ou que ele procure novas músicas para escutar durante o trabalho, pode ser um caminho de muito aprendizado. E que ele saia do conforto também, procurando fontes de inspiração que saiam do seu repertório.
#Dica 5 – Aposte em treinamentos
Uma das coisas mais legais que você pode fazer por um funcionário criativo, é incentivá-lo a se aperfeiçoar, seja nas habilidades que já tem, seja em outras novas. Assim como a parte de consumo cultural, um criativo necessita de fontes de informações variadas, ainda mais aquelas que o ensinam a melhorar a maneira de como o seu trabalho é feito. Então, apostar em cursos, palestras e workshops, possa ajudá-lo a renovar os conhecimentos e atribuí-los em sua organização. Você pode sugerir para que o seu colaborador se envolva em temas como Design Thinking, Metodologias Ágeis, e outros cursos relacionados ao aprimoramento do trabalho exercido.
#Dica 6 – Desafie-o
Por terem mentes cada vez mais necessitadas de coisas novas, profissionais criativos precisam sempre ser motivados pelo desafio de pensar em soluções novas. O comodismo irrita uma mente criativa, e os fazem pensar que o seu trabalho ali já não é suficiente ou que estão deixando a desejar, quando as tarefas caem na rotina. O melhor a se fazer é propor coisas novas, tarefas que os façam dedicar tempo para executá-las, além de aguçar ainda mais os gatilhos mentais criativos, para que a solução saia única.
Atuar com um profissional criativo dentro de sua organização pode parecer um tanto quanto complexo, mas acredite: a criatividade não atua no comum. Fazer com que estes profissionais se sintam motivados a engajar mais com a sua empresa, faz com que você crie não apenas pessoas com interesse exclusivamente financeiro, mas profissionais que vestirão completamente a camisa da sua empresa.
A importância da Singularidade do Briefing
Quando falamos em briefing, o que vem à sua mente? Para quem já trabalha no mundo do marketing, um briefing pode ser um questionário com várias perguntas padronizadas, que geralmente são usadas de forma igual para diversos prospects.
Porém, se observarmos com mais cuidado, podemos perceber que cada cliente tem sua necessidade específica, e não é possível encontrar esta dor com perguntas genéricas.
Então, como elaborar um bom briefing?
Primeiro, vamos começar definindo o que é um Briefing: É um resumo de todas as informações que uma empresa deve mapear para resolver um determinado problema. No campo da comunicação corporativa, é preciso entender completamente a necessidade desta empresa, extrair suas expectativas e definir quais são os serviços, tarefas e metas para suprir forma satisfatória estas necessidades.
O ideal é deixar que o cliente descreva aquilo que ele precisa resolver. Deixe que ele fale o seu objetivo e, com suas palavras, escreva de uma forma objetiva e clara. Assim, é possível estabelecer metas e uma estratégia tática.
Segundo a ABRACOM – Associação Brasileira das Agências de Comunicação, existem 07 quesitos para se ter um bom briefing:
– Apresentação – Neste espaço o cliente conta como funciona o seu trabalho, e o apresenta com breves palavras.
– Mercado – Aqui faça perguntas breves de como é o mercado para poder saber como está a concorrência, suas maiores ameaças e onde é possível trabalhar para crescer.
– Produto – Um dos pontos mais importantes do Briefing é saber como são os produtos que o seu cliente trabalha, qual é o carro-chefe da marca/empresa e também a concorrência deste produto ou linha.
– Público – O público é o essencial, pois para se obter um bom trabalho, é imprescindível saber: Para quem se está vendendo? Qual é a relação Marca – Cliente? Como o produto vai ser distribuído e encontrado pelo consumidor (ponto de venda)? Qual é o perfil destes compradores e se estão satisfeitos com a compra?
– Preço – Peça ao seu cliente que informe o preço dos produtos, e se eles condizem com os da concorrência ou se destoam dos outros. Se a resposta for afirmativa, pergunte o porquê.
– Concorrentes – Mesmo já tendo dito em quase todos os tópicos, é fundamental deixar um espaço para que seu cliente possa falar exclusivamente como ele enxerga a concorrência, como por exemplo:
- Qual a margem de preço que eles costumam ter?;
- Se praticam promoções frequentes ou se é algo mais esporádico;
- Qual é a sazonalidade destas promoções?
- Quais ameaças eles oferecem?
- Quais as oportunidades que o cliente pode ter em relação aos demais?
- Quais fraquezas podem ser citadas para uma melhora futura?
- E qual força seu cliente consegue enxergar perante aos concorrentes?
– Descrição do trabalho solicitado nessa concorrência – Neste caso é preciso ter um conhecimento de estratégia do seu cliente, pois iremos perguntar sobre os objetivos estratégicos para a empresa do mesmo, também será preciso saber quais objetivos de comunicação ele obtém ou caso não possua, como atuar perante a isso (quantos e quem atingir, o que comunicar, e respostas se deseja motivar a curto e longo prazos)
A importância de se ter um briefing bem elaborado, faz com que todo o trabalho fique mais fácil e bem feito, dando o primeiro passo da melhor forma, os demais são consequência.
Entretanto, se atente para não cometer alguns erros ao redigir um briefing, como por exemplo:
- Deixar para que o cliente envie as respostas por e-mail. Sempre preencha o briefing pessoalmente ou virtualmente, pois não podemos contar sempre com a predisposição de todos.
- Seguir um roteiro engessado com perguntas. Todos se sentem pressionados quando são encharcados de perguntas, ainda mais em reuniões, podendo ter a chance de se sentir invadido ou até mesmo responder algumas ou não te entregar uma resposta tão clara assim.
- Uma boa reunião de briefing é conduzida com muitas perguntas abertas, que vai te dar a chance de dar respostas qualificadas. Quanto menos respostas curtas – sim ou não, mais qualidade de informação a agência terá sobre o seu negócio e poderá trazer mais estratégias de resultado.
Se pudéssemos enumerar os principais problemas de um briefing superficial, seriam:
- Falta de entendimento do real problema do cliente.
- Construção de uma proposta comercial desalinhada.
- Falta de geração de valor no momento da apresentação da proposta.
Em um briefing superficial, geralmente ouvimos estes tipos de perguntas de forma desordenada:
- O que você precisa melhorar?
- O que você faz de divulgação hoje?
- Quanto você gasta para fazer uma campanha na internet?
- Você está satisfeito com o resultado?
Agora que você já entendeu como fazer um briefing singular, único e com conteúdo direto, você está pronto para começar – seja você um profissional de marketing ou o cliente que precisará participar de uma reunião de briefing. Lembre-se sempre de estar presente no seu cliente, o deixando mais próximo de você, isso faz com que ele se sinta confortável em trabalhar contigo, gera confiança e segurança. Conte-nos caso você tenha alguma ideia, case ou sugestão, deixe nos comentários o que achou.
A Era da Curadoria e da Segmentação no Facebook
A missão do Facebook é “Dar às pessoas o poder de criar comunidades e aproximar o mundo”. É com essa frase que eu gostaria de começar a explicar o porquê eu defendo que o futuro do Facebook está diretamente relacionado ao poder da curadoria que ele tem e terá cada vez mais daqui pra frente.
O Facebook já não é como era antes. Depois do queridinho Orkut – a última rede social amada por todos os brasileiros – hoje nos dividimos entre diversas redes sociais. Apesar de praticamente todo mundo manter suas contas no Facebook, já não as usamos como antes.
Ao avaliar como usávamos o Facebook há sete, oito anos atrás, eu diria que era unânime: todos criavam conteúdo de uma mesma forma! Marcávamos pessoas para deixar recados (não havia mensagem inbox), fazíamos declarações públicas sobre assuntos que hoje são motivo para brigas e divisões, etc. Com o mundo mais polêmico e polarizado e um Facebook cheio de pessoas diferentes, ninguém mais fala o que quer (a não ser que queria perder família, clientes, amigos etc).
Hoje, a salvação do Facebook está nos grupos, também chamados de comunidades. Vários vídeos patrocinados e anúncios off-line divulgam as comunidades do Facebook, mostrando que ainda há espaço para você ser “você mesmo” no Facebook. É neste cenário que eu vou entrar na Era da Curadoria.
Experiências personalizadas
O estudo encomendado pelo Facebook mostrou que as pessoas esperam por experiências personalizadas, que não haja esforço para buscar o que cada indivíduo quer, mas que – cada vez mais – as marcas e criadores de conteúdo os encontre. Para 93% dos consumidores brasileiros, ao menos uma forma de personalização já é válida para definir uma compra futura.
O nome dessa mágica é CURADORIA, e ela não está apenas na decisão de qual conteúdo mostrar, mas também na escolha de que tipo de conteúdo criar e para quem. O Facebook diz que é por esse motivo que estão investindo em produtos que empoderem pessoas e negócios a se expressar e se conectar das diferentes formas que preferirem.

Como o facebook está fazendo as redes e comunidades se desenvolverem?
Impulsione com o Facebook
O Impulsione com o Facebook é um programa de desenvolvimento de micro e pequenas empresas, que reúne a comunidade empreendedora para oportunidades de conexão e acesso a conteúdos que terão um impacto nos seus negócios.
Saiba mais: https://www.facebook.com/business/news/ferramentas-para-pequenos-negcios-crescerem-no-facebook
Estação Hack
A Estação Hack, no Brasil, é o primeiro centro de suporte à inovação do Facebook no mundo e um espaço para jovens adultos e empreendedores desenvolverem suas habilidades e negócios na economia digital.
InstaMarket
O InstaMarket, feira de pequenas e médias empresas do Instagram, reúne jovens empreendedores para mostrar seu processo criativo, vender produtos, participar de workshops e oferecer mentoria.
#ElaFazHistória
A iniciativa #ElaFazHistória conecta mulheres empreendedoras, com foco em fornecer ferramentas e condições para facilitar o networking, a mentoria e a construção de conexões entre as mulheres nos negócios.
Saiba mais: https://www.facebook.com/elafazhistoria/
Talvez você não tenha percebido, mas o que o Facebook está fazendo é transformar as pequenas comunidades em produtos e estratégias para manter as pessoas dentro da rede social, e pensar no Facebook como uma ferramenta macro, e não uma mera rede social para estar.
Como aproveitar esta mesma proposta de Curadoria para sua marca?
O primeiro ponto é olhar para dentro da sua empresa e avaliar onde pequenas comunidades estão sendo criadas mesmo sem a sua orientação ou supervisão enquanto marca. Perceba: elas podem ser os primeiros fomentadores do seu negócio.
Um bom exemplo é o que a Antix faz. Os apaixonados por ela se reúnem, com ou sem a companhia da empresa, para se aproximarem, pois têm um mesmo objetivo em comum: a marca.
Imagina se você consegue aproveitar a conversa que está rolando sobre você, trazer a responsabilidade para dentro da sua empresa e começar a transformar sua marca em pequenas comunidades?
Conta pra gente: você conhece outras empresas que estão criando pequenas comunidades por aí e usando as mídias para conectá-las?
Contrato assinado: como a OCA criou um processo para novos clientes na agência
Depois de negociar durante alguns dias (ou semanas), o cliente decide assinar o contrato de prestação de serviços. Conquistar uma nova conta sempre eleva o moral na agência, junto com este sentimento vem a responsabilidade de fazer o melhor para o cliente entrante sem deixar a peteca cair com as demais contas que estão conosco há alguns anos.
Por falar em assinar contrato, gostaria de dedicar este parágrafo à equipe da Clicksign. Antigamente era necessário imprimir contratos com várias páginas e suas inúmeras cópias todos os anos (isso sempre me deixava chateado), queremos ajudar nosso planeta e sabemos que pequenos gestos como esses fazem a diferença. Agora podemos assinar contratos digitalmente com a mesma segurança legal que as antigas folhas de papel que eram carimbadas, rubricadas e assinadas a caneta.
Antes da assinatura do contrato, o cliente já havia conversado com o time de atendimento e esses profissionais compartilham as dores dele com a equipe de planejamento estratégico. Na sequência é traçado um plano de ação baseado na verba que o cliente tem disponível (budget), as ações que implementou nos últimos meses e anos, peculiaridades do mercado em que atua, principais concorrentes e especialmente qual o perfil da sua persona (público-alvo).
Abastecidos de todas essas informações, partimos para a criação do cronograma de ações estratégicas que serão implementadas nos primeiros seis meses do primeiro ano de contrato (isso mesmo, nossos contratos são anuais). Casa profissional da agência é fundamental para que esse cronograma seja seguido à risca, utilizamos o Trello para programar cada um dos jobs, além de um painel físico de Kanban na parede do escritório e reuniões semanais com todo o time.
Os projetos são executados em várias “camadas” ao mesmo tempo, não podemos nos dar ao luxo de terminar uma tarefa para posteriormente começar a pensar em outra. Enquanto alguns da agência estão trabalhando no marketing de conteúdo, outros estão desenvolvendo o novo visual de comunicação da marca nos meios digitais e um time está planejando as ações futuras de médio a longo prazo. Veja o calendário que desenvolvemos todos os anos e disponibilizamos aos nossos clientes e leads.
Mais importante do que planejar e executar é acompanhar mensalmente os resultados de cada uma das ações que foram implementadas. Da mesma maneira que um capitão olha sua bússola constantemente para conduzir o navio até o destino que foi definido, nós avaliamos as métricas e fazemos os ajustes necessários para alcançar o objetivo que foi proposto ao cliente no momento em que apresentamos a proposta de serviço.
A cada ano que os clientes renovam seus contratos conosco, percebemos que os resultados se tornam mais expressivos e o sentimento de dever cumprido se reflete no sucesso de cada conta atendida. Passamos a fazer parte da empresa que nos contratou e criamos uma sinergia que é alimentada pela confiança, respeito e principalmente, a comprovação do Retorno Sobre o Investimento (ROI).
Que venham novos contratos e juntos com eles a certeza de que estamos no caminho certo, dedicando boa parte das nossas vidas para fazer o sucesso dos nossos clientes ser a nossa maior conquista!
Identidade Visual: Por que mudar?
Imagine o seguinte cenário: você está andando por uma rua movimentada, cheia de pessoas com os mais diversos perfis. Algumas mais bem vestidas, outras com estilos diferenciados, e aquelas que parecem ter esquecido de acompanhar as tendências e preferiram continuar em seu estilo clássico de sempre.
Esta metáfora é extremamente necessária para o começarmos esse post. Assim como pessoas, que constroem sua personalidade ao longo do tempo e, na maioria das vezes, refletem isso na sua forma de vestir, as marcas também estão envoltas de uma identidade. Manter a identidade da marca se comunicando com o público-alvo, vai definir se uma empresa continuará sendo lembrada ou se cairá no esquecimento.
Como foi mencionado no parágrafo anterior, as empresas precisam ter uma personalidade, o que chamamos no Design de Identidade Visual. A identidade visual é, de fato, um vestuário, uma forma das empresas estarem presentes na memória dos consumidores. E para se manter como algo memorável, é preciso mais do que existir: é preciso se reinventar, de tempos em tempos.
E se reinventar não está ligado diretamente à uma mudança drástica de identidade, o que acarretaria um alto custo financeiro e um trabalho muito árduo para inserir uma nova roupagem perante os consumidores. A mudança de identidade pode começar sutilmente, em materiais e projetos menores, como nas mídias sociais, por exemplo. Nesses canais, o fluxo de conteúdo é maior em relação a outras áreas de comunicação de uma empresa, o formato, bem como o seu visual, podem (e devem!) mudar frequentemente.
A repaginada é necessária para que o consumidor não se canse de ver sempre um mesmo estilo de comunicação da marca. É preciso frisar aqui que não é necessário mudar os valores e o propósito da empresa, quando uma nova identidade é posta em prática. Esses pilares continuam intactos, a não ser que a marca precise e/ou julgue necessária a mudança. A nova identidade vem para agregar novos aspectos à marca, possibilitando a diferenciação dos conteúdos, bem como a linguagem da marca com o seu público, além de demonstrar profundo interesse em reinventar-se. Isso faz com que público e empresa se aproximem cada vez mais, uma vez que a marca se mostra interessada em sempre manter-se atual.
Recentemente, no episódio #027 do OCACAST, nós abordamos esse tema e conversamos sobre a importância de mudar a comunicação da sua marca. Aqui embaixo, você confere o episódio na íntegra.
Além disso, no mês de Janeiro, nós mudamos (mesmo que sutilmente), a identidade visual da OCA COMUNICA. Começamos pelo logotipo, que agora adota uma família tipográfica mais encorpada (em relação ao logotipo anterior, que continha uma tipografia mais fina e reta), além de um espaço vazio (técnica do Design que chamamos de Gestalt, quando áreas vazias formam outros objetos, causando uma ilusão visual em nosso cérebro) dentro da letra C, formando um balão de comunicação. Os layouts das redes sociais, bem como as capas das postagens do blog da OCA também mudaram, adotando um design mais sofisticado, maduro e atual, pensados sempre em traduzir os conteúdos que produzimos.
Gostou deste texto? Então deixe seus comentários nas nossas redes sociais. Também, se tiver alguma dúvida, você pode entrar em contato conosco, pelos nossos canais.
Você sabe em qual rede social a sua empresa precisa estar?
Hoje em dia, é muito difícil encontrar uma empresa que não está nas redes sociais, mas você já parou pra pensar se a sua empresa está na rede social certa?
Cada rede social tem um público específico, exige uma linguagem particular e tem um objetivo diferente. Então, é preciso analisar qual delas se encaixa melhor com a necessidade da sua empresa.
Sabendo disso, separei algumas dicas importantes para você decidir qual é a rede social ideal para o seu negócio:
1- Onde seu público está?
A lógica é simples, você precisa estar presente onde o seu público é mais ativo. Faça alguns testes antes de definir, e a própria mídia social vai te mostrar onde seu público interage mais, por exemplo. Você consegue fazer uma análise de idade, gênero, localização, etc…
É importante criar conteúdo e analisar durante um tempo, até ter dados o suficiente para comparar com sua persona e seus objetivos. Assim, fica mais fácil descobrir qual rede social você deve dar mais atenção.
2- Entenda a proposta de cada rede social.
O Facebook, é a rede social com mais usuários e permite vários estilos de conteúdo. Posts, vídeos, eventos, grupos, links e muito mais! É uma boa forma de levar as pessoas para um site ou blog, por exemplo.
Já o Instagram é uma rede social mais “limitada” para alguns setores, pois o foco é totalmente visual, e pouca possibilidade de colocar links. Logo, não é uma boa fonte de tráfego. Além disso, ela é uma rede social com um foco maior no público jovem.
Hoje em dia o que não falta são opções de redes sociais, temos também o Twitter (textos curtos e informações rápidas e frequentes), o Pinterest (uma rede social que faz uma certa curadoria de design, imagens, dicas, layouts), o LinkedIn (com conteúdo e relacionamentos profissionais), o Youtube (informação e entretenimento em formato de vídeo), entre outras. Procure sobre a essência de cada uma delas para entender onde seu público poderá estar.
3- Gerencie sua rede social
É muito importante ter em mente que a comunicação com seu público precisa ter frequência. Alimentar uma rede social com conteúdo exige atenção, aprendizado, tempo e muitas vezes, dinheiro.
Se você acha que não vai dar conta de duas ou mais redes sociais é melhor focar naquela que concentra a maior parte do seu público.
A ajuda de um profissional também é um passo a se pensar. Ele poderá te orientar para otimizar seus objetivos e resultados, o seu tempo e aproveitar todas as oportunidades que sua empresa pode alcançar com uma rede social ativa. Gravamos um OCACAST sobre esse assunto e você pode ouvir neste link:
Agora eu deixo alguns questionamentos para você:
– A sua empresa já sabe qual é a rede social que deve estar presente?
– Você gostaria de um texto aqui no Blog da OCA fazendo um overview sobre cada uma das redes sociais?
Matriz do Oceano Azul – MERCE. O que é e como fazer?
Uma das leituras importantes para 2020 é “A Estratégia do Oceano Azul”, de W.Chan Kim, um livro que aborda um conceito diferente de gestão de empresas, que faz com que você pense em estratégias para se destacar da concorrência e se distanciar dela. Em uma analogia ao “oceano azul”, um ambiente gigante, onde ninguém habita – só a sua empresa. Não há concorrência.
Um bom exemplo disso é o que houve com o Cirque du Soleil, uma companhia de entretenimento que – no início – não foi considerada nem como um teatro, nem como um circo, mas que mudou completamente a forma como as pessoas lidam com os dois tipos de entretenimento.
Existe um tópico dentro do livro que fala sobre uma matriz que tem potencial de te guiar na estratégia até o oceano azul, e é sobre ela que vamos aprender mais hoje.
A Matriz baseia-se em:
M -> MATRIZ
E -> ELIMINAR: Quais fatores em que a sua empresa competiu há muito tempo atrás que podem ser eliminados?
R -> REDUZIR: Quais fatores devem ser reduzidos bem abaixo do padrão do setor?
C -> CRIAR: Quais fatores devem ser criados que ninguém nunca ofereceu?
E -> ELEVAR: Quais fatores devem ser levantados bem acima do padrão do setor?
Vamos aplicar ao exemplo do Cirque Du Soleil
ELIMINAR
– Astros circenses
– Espetáculos com Animais
– Descontos para Grupos
– espetáculos em vários picadeiros
Reduzir
– Diversão e humor
– Vibração e Perigo
Elevar
– Picadeiro único
Criar
– Tema
– Ambiente Refinado
– Várias Produções
– Músicas e Danças artísticas
Ao avaliar o setor, conseguimos observar algo bastante diferente, que faz com que o Cirque du Soleil não possa ser comparado com nenhum outro circo – seja ele um circo regional, pequeno, ou um grande circo.
Como é possível aplicar dentro do seu negócio?
Foco
Toda estratégia precisa de foco, e a curva de valor da empresa precisa mostrar este foco com nitidez. No caso do circo, os temas, várias produções, músicas e danças artísticas (ou seja, tudo que foi criado), tem alto valor agregado no foco da empresa.
Singularidade
Se você busca reagir a estratégia de uma outra empresa, você não consegue criar nada novo. Em vez de correr atrás do prejuízo, procure reunir propostas diferentes do usual e fazer combinações possíveis dentro da realidade da sua empresa.
Faça este exercício para iniciar seu caminho em busca do oceano azul e conte com a OCA COMUNICA para comunicar sua estratégia digital com seus leads e personas.
Para aprender mais sobre estratégia, leia os posts abaixo:
Buyer Persona
Buyer Persona (ou simplesmente Persona) é uma representação semi fictícia do seu cliente ideal. Ou seja, uma descrição um pouco detalhada do seu público alvo. Leia mais sobre isso no post do blog: http://bit.ly/oca-guiadepersona
Jornada do Consumidor
Todo consumidor tem uma “jornada” de decisão de compra. Algumas demoram apenas 5 minutos, outras jornadas podem durar meses, anos. Saiba mais em nosso post: http://bit.ly/oca-jornadadecompra
Meta SMART
Você já sabe o que é a Meta Smart? Leia mais aqui: http://bit.ly/oca-metasmart
A importância da frequência na comunicação da sua empresa
Desde que nascemos, temos como instinto de sobrevivência a necessidade de nos comunicar. Com o tempo os pais acabam conhecendo a diferença entre os tipos de choro de seu bebê e já sabem se a fralda precisa ser trocada ou se chegou hora da soneca.
Da mesma maneira, uma empresa quando nasce tem a necessidade de se comunicar, sua sobrevivência depende da relação que ela estabelece com seus clientes. Caso essa comunicação perca a frequência, os concorrentes vão “chorar mais alto” chamando a atenção e poderão conquistar seus clientes.
O planejamento de comunicação nasceu com o objetivo de antecipar os temas que serão relevantes ao público-alvo de cada empresa (cliente / lead / prospect) desenvolvendo materiais e publicações que vão ajudá-las no dia a dia. Mais importante do que ter uma excelente solução para sanar a dor das pessoas, é manter a proximidade com elas se adaptando às mudanças que naturalmente acontecem ao longo da vida.
Para se comunicar com as pessoas, as empresas têm que investir tempo e dinheiro, duas coisas que obrigatoriamente devem caminhar juntas. Ótimas ideias não se propagam sozinhas e o fato de uma empresa ter uma relevante quantia para investir em compra de mídia não é sinônimo de sucesso. O papel de uma agência digital é ensinar os gestores como investir com frequência baseados no planejamento que foi traçado no início do projeto.
Em nosso meio, a palavra “frequência” é utilizada com frequência (sim, o trocadilho foi péssimo), isso vai garantir audiência e ajudar a marca a tornar-se presente na vida das pessoas. Se a empresa deixa de se comunicar durante um período significativo, ou não mantém uma frequência estratégia ao se comunicar, dificilmente conseguirá criar um relacionamento saudável com seu público-alvo (persona) e consequentemente o objetivo maior – a venda de seus produtos ou serviços – não terá o desempenho esperado.
Uma ilustração que gosto de contar aos nossos clientes é pedir para que eles se imaginem em pé lado a lado com seus concorrentes, três do lado direito e outros três do lado esquerdo. Se por algum motivo, todos os concorrentes acreditarem que não é um bom momento para manter o investimento em mídia (época do ano, alta do dólar, mercado instável etc) e dão um passo para trás, e o nosso cliente não se mexer, vai parecer que ele deu um passo à frente. Se porventura ele for audacioso e decida aumentar o investimento em compra de mídia, vai parecer que deu um pulo à frente da concorrência.
Estamos chegando na época do ano em que muitas empresas tentam se comunicar com o máximo de pessoas possível e outras empresas simplesmente deixam de se comunicar. Em ambos os casos acredito que existem falhas, tudo na vida se resume em uma simples palavra “equilíbrio”. Procure manter uma comunicação frequente com sua persona e deixe essa relação crescer forte e saudável.
Ecossistema de Negócios: você precisa repensar a sua empresa
Durante todo o ano de 2019, observei como o mundo dos negócios está mudando, e eu preciso dizer que estou bastante otimista quanto a isso. Notei que uma palavra, em específico, tem outro significado quando aplicada no ambiente empresarial e, ao refletir sobre ela, descobri que ela faz muito sentido e que todos os empreendedores precisam pensar seu negócio dessa mesma forma. Por isso resolvi fazer esse post no blog.
Sua empresa faz parte de um ecossistema.
Mas o que isso significa?
Pense em um ecossistema, da forma como conhecemos até o momento. Ecossistema é uma comunidade de seres vivos (animais, plantas, fungos, bactérias, etc). que exercem influência entre eles. Se perdermos algum ser vivo desta comunidade, outros seres estarão ameaçados.
E como é possível aplicar esse conceito dentro do ambiente de negócios?
Um ecossistema de negócios é formado por empresas e consumidores. Mas não se resume apenas a isso. Para que uma empresa funcione bem, muitas outras também precisam funcionar e uma exerce influência sobre as outras. Além disso, entre consumidores e empresas também estamos falando de pessoas, que compram, vendem e trocam essa função a todo momento. Quem consome também vende algo, e quem está vendendo, em algum momento também vai consumir.
Posso usar como exemplo até mesmo as concorrentes da sua empresa. É possível que exista um ambiente de concorrência saudável ou uma disputa acirrada de poder – como no mundo animal – mas, ainda assim, é importante que a concorrência coexista. Não é verdade?
E é nesse cenário que eu vou começar a falar de novas formas de pensar seu negócio.
1 ) Você pensa na sua cadeia de fornecedores quando vai formatar o seu produto? Em quanto tempo eles precisam receber, quantas pessoas eles empregam, quanta qualidade (deles) você precisa, para que o seu produto ou serviço seja realmente bom? Talvez seja a hora de considerar que seus fornecedores são, na realidade, parceiros para entregar sucesso!
2 ) Você garante que seus clientes sabem exatamente o que estão comprando, e dá garantia de que é aquilo que eles precisam? Você respeita a Jornada do Cliente, para que não se sintam pressionados a comprar por impulso e se arrependam depois?
3 ) Você já parou pra pensar que uma conduta ruim do seu concorrente pode atrapalhar a sua forma de fazer negócios? Uma empresa que concorre com você, ao entregar um produto ou serviço ruim, ou agir de má fé com os clientes, têm o potencial de sujar toda a categoria de produto ou serviço que você oferece.
4 ) Você já considerou que, com mais conhecimento e informação, seus clientes compram melhor, você oferta produtos e serviços melhores e, dessa forma, consegue elevar a maturidade do seu negócio – e também dos seus clientes?
5 ) Seus colaboradores estão confiantes do sucesso que você entrega aos clientes? Eles acreditam na ideia e vendem com naturalidade? Eles lidam com seus pares com colaboração ou competição entre eles? Estão juntos para oferecer mais valor ao seu negócio ou concorrem entre si?
Todos esses pensamentos fazem parte de uma nova forma de fazer negócio. As empresas passam a colaborar umas com as outras, a criar ambientes de coopetição, em vez de uma concorrência que ultrapassa a linha do que consideramos saudável. Mas, agora que você está ciente desse novo pensamento, como é possível mudar?
Primeiro, quero convidar a fazer a leitura de um outro texto no blog, onde falo sobre Missão, Visão e Valores para o desenvolvimento da persona. Esses três tópicos são muito relevantes para reavaliar a sua postura de negócio pensando no futuro, e começar o ano com um novo significado de existência da sua empresa.
Os próximos passos são complexos, mas aqui vão algumas dicas de onde começar:
- Avalie seus fornecedores que mais são parceiros de negócio, e descubra uma forma de fidelizá-los também;
- Avalie a forma com você pode garantir uma troca justa entre sua empresa e seus fornecedores;
- Conecte sua força de venda e seus colaboradores com a missão e o propósito do seu negócio;
- Descubra qual solução seu negócio oferece, e que tipo de problema ele resolve para seu consumidor;
- Inicie um trabalho de conteúdo com propósito, para vender produtos e serviços respeitando cada etapa da jornada de compra do seu cliente.
Essas dicas te ajudaram de alguma forma? Entre em contato com a OCA para que a gente te explique melhor como podemos oferecer soluções de conteúdo com propósito e conectar a solução que você oferece para o problema que a sua persona precisa resolver!